domingo, 15 de setembro de 2013

A janela da cozinha

Em seguimento ao post anterior em que as cortinas para cozinha eram a acção principal, venho mostrar o que se vê (via) da minha janela da cozinha.
Não me refiro ao rio Tejo que conforme já referi em post anterior se vê (valha-nos isso), muito bem embora longe.
Estou a referir-me às traseiras do meu prédio, que no caso do meu andar (Frente) é a vista principal que temos.
Um pátio de casas velhas que até há duas dezenas de anos eram habitadas e que nos últimos anos têm estado vazias e os seus únicos habitantes são gatos vadios (uns fofos) e talvez outra fauna que não se consegue ver e que não prolifera graças aos felinos.

A semana passada começaram a ser demolidas, sob vigilância apurada...
 


Conseguem ver o pó na base da máquina? No final da tarde está todo instalado na minha varanda, plantas, parapeitos e afins...

Neste momento a minha vista está muito mais desafogada

E já consigo ver a estrada principal cá da terra e ouvir muito melhor os veículos que a circulam dia e noite, pois as casas que abafavam esses ruídos já eram.

Segundo o cartaz anunciante da obra, trata-se, além da demolição das casas do pátio, da construção de um Parque de Estacionamento: coisa mai' linda para termos como vista.

Cortinas para a cozinha

Já disse várias vezes que os azulejos da minha cozinha são uma autêntica maravilha. Mas enquanto não os mudar, ou tapar ou qualquer coisa, ando sempre a mudar de cortinas na tentativa de suavizar a coisa.

Durante anos tive umas cortinas em beje com uma ponta bordada que eram bonitas, discretas e faziam muito bem o seu papel. Com o uso e as lavagens frequentes (cortinas de cozinha sofrem...) começaram a rasgar no bordado e acabei por as tirar.

As ultimas e actuais são estas:
O problema com as cortinas para cozinha é que são sempre com legumes ou frutos, ou aos quadradinhos... se quisermos alguma coisa diferente e com um padrão bonito, temos apenas tecidos opacos o que na minha cozinha não resulta.
Preciso de cortinas que resguardem, mas não tapem a claridade por completo.
Solução: comprar tecido de cortinado vulgar e adaptar.

Contornei a linha de cor (um bocado - muito - torto) e dei um pouquinho de tom às flores que a cortina tem.


Ao longe mal se notam as cores; não é das cortinas mais lindas que eu já vi ou desejei, mas por agora estão a cumprir o seu destino.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Uma mala preta

Preciso. Mas preciso mesmo de uma mala preta.
Como não gosto de usar malas pretas no verão, a modos que tenho andado descansada.
Mas gosto no inverno e já estamos em Setembro (embora com boas temperaturas).

O problema é que ainda gosto mais de malas em castanho ou camel, enchem mais o olho, e quando chega a hora de comprar uma mala nova, a preta fica para depois. E agora dou por mim, sem uma mala preta. Um básico a ter.

A preta para valer a pena e me dar vontade de a comprar, tem que ser muito especial... ou não, mas ainda não consegui encontrar uma que me enchesse o olho, sem me despejar muito a carteira.

Gosto desta...
 E desta...

 E desta...
 E desta...
 E desta...
 E desta...

Que é como quem diz: gosto destas todas (réplicas, of course).

Se alguém tiver visto, em algum lado (online não, porque gosto de as "apalpar" e de as "agarrar" para me ver com elas) uma mala gira, mesmo gira em preto, partilhem... please.



Cabide ou cruzeta ou suporte para receitas?



Andava eu no meu passeio matinal, ocasional, por alguns blogues quando dou de caras com esta ideia, neste blogue

A autora diz, e é verdade que a maior parte dos suportes para receitas não é funcional. Ocupam espaço de bancada, deixam escorregar as folhas e não seguram os livros ou revistas abertos.

Este é ótimo. E se o pessoal gosta de coisas coloridas, é só pintar o "suporte" na cor que mais gosta.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

16 de Agosto de 1971


Com 7 anos... em Portalegre, no Salão Frio.
Com a avó e o mano mais novo.
Pena que esta foto tenha sido alvo de um artista desenfreado.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Nem só de malas (de pele) vive a mulher...

Quando publiquei a mensagem anterior, lembrei-me dos acessórios que nos acompanham ao longo das modas e no caso das mulheres, há um que se não 100%, pelo menos 99% não abdicam de usar, podendo mesmo ser o único acessório (calçado à parte que muito pouca gente anda por aí descalça): é a mala!

Aquele objecto de que nunca temos o suficiente e que a maior parte dos homens ainda não conseguiu perceber porque temos que ter várias (muitas) de várias cores e feitios.


E gostos à parte, uma boa mala, fica bem com qualquer tipo de roupa. Adapta-se ao visual mais clássico, mais moderno, mais desportivo e até ao mais desleixado (e aí é uma pena, mas pronto!)

Mas... e aí vem a razão da minha publicação, pois longe de mim fazer uma dissertação sobre malas, também há as tote bags (gosto do nome em inglês, pois em português é apenas - sacos) de tecido, que servem para as alturas mais descontraídas em que andamos de ténis ou de chinelos e queremos mesmo dar um ar leve ao nosso visual.

Apesar de ter decidido que não queria acorrentar-me à obrigação de publicar todos os trabalhos que fizesse, ou de fazer trabalhos só para os publicar, não deixo de passear pela NET e de procurar ideias e vi alguns sacos deliciosos que quero partilhar com quem me visita




Para quem gosta de artes manuais é difícil resistir a tanta coisa linda, quando no inicio do Verão teve vontade de ter um saco destes. A sorte é que o verão já passou do meio e com sorte, ou não, a vontade acaba.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Transtorno Dissociativo de Identidade

Eu já desconfiava que o pássaro lá de casa, de seu nome Galileu, tinha qualquer coisa de crítico de decoração de interiores, porque papel posto no fundo da gaiola é papel mudado, levantado ou torcido a seu belo prazer.


Agora estou certa de que sofre de transtorno dissociativo de identidade: o meu papagaio do Senegal, mais conhecido por Massarongo, tem a mania que é Pica-Pau.



E quando isso acontece, arrisca-se a "esbardalhar-se" não tarda. O poleiro está quase a dar as últimas.



Publicar ou não fotos de roupa e acessórios?

Há tempos, ouvi uma pessoa dizer que não percebia porque insistiam algumas autoras de blogues em publicar fotos suas, com as roupas e acessórios que usam, como se alguém se importasse ou tivesse que as gramar.

Não comentei, porque quando me apetece dizer algum disparate e não me interessa fazer faisca, com a pessoa ou pessoas em questão, prefiro ficar calada.

Pensando nisso e porque visito vários blogues, artesanato, decoração e moda, entre outros, li há tempos em dois deles que sentiam necessidade de publicar fotos com as suas roupas, para se sentirem obrigadas a vestirem-se "bem" e a não andarem enroladas pela casa com roupa demasiado confortável e a sentirem-se desleixadas.

E nós sabemos que quando o pessoal cai no desleixo, é de bradar aos céus as figuras que andam por aí.

Por tanto, vale mais, tirarmos fotografias a nós próprias, ou a alguém conhecido que queira colaborar e publicá-las, porque gostamos das roupas ou porque achamos gira a ideia de mostrar aos outros aquilo que vestimos e de que gostamos, do que calcarmos essa vontade não vá alguém ofender-se.

Termino com um comentário que fiz a uma amiga blogueira que publicou umas fotos de uma roupa que lhe ofereceram, mas antes disse: por norma não mostro aquilo que compro porque ninguém tem que levar com a minha roupa (mais ou menos, não foram estes os termos): Uma vez que este mundo é publico, qualquer pessoa pode ler, mas também ninguém é obrigado a ler.

Portanto, amigas (os) é assim: quem gostar publica, quem por lá passar (normalmente é por acaso) se gostar vê, se não gostar é só seguir em frente ou voltar para trás - existem várias funções e botões de controle no teclado que nos permitem isso.



Como se percebe, nenhum destes conjuntos é meu, com muita pena minha, mas como gosto de todos, aí estão para quem também gosta.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Objectos do dia-a-dia (cont.)

Continuamos e exactamente no mesmo dia, porque vi estas fotos na NET, que o mais certo é também vocês já terem visto e não resisti a partilhá-las.

É um bom aditamento à mensagem anterior, pois sendo ou não de colecção, podemos sempre dar um uso diferentes aos nossos objectos do dia-a-dia.





Já aproveitaram algum objecto para um uso diferente do que aquele para que foi idealizado?

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Objetos do dia-a-dia


As colecções são um hobby ou uma doença?

Já aqui falei de mini colecções. Tudo o que tenhamos em mais de uma unidade e "não serve para nada mais do que para existir" é uma colecção.

Colecciono leques (já mostrei alguns, ou todos) e colecciono temporizadores de cozinha (já mostrei também) e colecciono bules e latas e saleiros...

Tenho poucos de cada, mas tenho mais do que os que uso ou necessito, por isso é colecção. Senão, vejamos:

Raramente uso bule para servir o chá e tenho 4, por isso...


O branco e azul da esquerda foi-me oferecido aquando de uma visita a Fátima e face às minhas crenças religiosas decidiram e muito bem, que não era boa ideia oferecerem-me uma imagem da nossa senhora.
O laranja da frente foi oferta de Natal da mãe (loja Gato Preto) há alguns anos
O castanho da direita, "herdei" do enxoval da mãe
O beije detrás, comprei por uma pechincha numa loja em Lisboa faz 14 anos,é loiça inglesa e é o único que por vezes uso.


 Não resisto a ficar com as latas que trazem os chás ou as bolachas e quando calha, compro propositadamente e a maior parte das vezes, são apenas para enfeitar...


Disposição apenas para efeitos de foto.
Da prateleira superior comprei a da esquerda com bolachas (Minipreço) e uso para bolachas. As brancas com rosas, que estão no meio estão expostas para enfeitar (Ikea).
A grande da prateleira inferior comprei (Espaço Casa) para biscoitos ou bolachas maiores e todas as restantes estão guardadas na despensa

Quanto aos saleiros, quando vi esta imagem no Pinterest lembrei-me que também colecciono saleiros.

 Ando sempre a comprar novos porque nunca estou satisfeita com o que tenho e neste momento, além de um vermelho que está a uso, tenho um verde e um azul e um de grés arrumados, e só não tenho um branco, porque a tampa era de metal e enferrujou e como fora barato, deitei para o lixo. E não ponho foto, porque não estavam à mão, quando andei a preparar o "magnifico estúdio para fotografia" ontem à noite.

Por acaso não tenho suportes para fósforos, porque o fogão é automático, só por isso... porque os há bem lindos.

Existe algum objecto do dia-a-dia que tenham mais do que um, apenas pelo gosto de ter... tipo para colecção?

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Castelo de Almourol


Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da BarquinhaDistrito de Santarém, em Portugal, embora a sua localização seja frequentemente atribuída a Tancos, visto ser a vila de onde se vislumbra melhor.
Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

E isto tudo, porquê? Perguntam os estimados leitores. 
Porque é uma memória da minha infância e juventude que "aflorou" à minha cabeça esta manhã, depois de ler um post de uma viagem de comboio em Attic24 
Todos os Verões, ia passar férias a casa de uma tia em Portalegre e a viagem de comboio leva-me por sítios destes.




sábado, 3 de agosto de 2013

Colorir e divertir a alma de uma casa




Já que não posso ($$$$$$$$) livrar-me (por enquanto, pois ainda não perdi a esperança) dos "lindos" azulejos....

.... vou tentando tirar partido do que posso e divertir-me na minha cozinha:

Decorei uma parede com um mocho divertido ...


Coloquei no cimo do armário, uma tartaruga com ar de doida ...


E pintei os armários da cor que, neste momento, mais me ilumina a alma...




Não ficou mal e só faltam alguns pormenores: mudar os cortinados provisórios da primeira foto, coisa já em andamento e aplicar (não serei eu  porque com berbequim não me ajeito) uma prateleira na parede oposta aos armários, para expor tralha, colecções, o que seja e me agrade.