quarta-feira, 1 de junho de 2016

Porta pijamas

Ontem foi um dia bastante produtivo em termos de acabamento de trabalhos que me andavam a enervar por estarem a meio.

Este pato aguardava uns olhos e um bico.




Atrás o corpo está aberto e sobreposto e fecha com velcro, para manter os pijaminhas guardados.

Era para ter sido, prenda de Páscoa e onde é que a Páscoa já vai...

Almofada com pompons


Habitavam uns restos de lãs numa das gavetas. Eram de fio demasiado grosso para certos tipos de trabalho e já andava a ficar farta de os ver a ocupar espaço, sem uso à vista.

Vi uma almofada com pompons NA NE  publicação do dia 16 de Maio e decidi por mãos à obra.




Está com um ar um pouco mole porque a almofada que usei para encher é provisória e pequena para o tamanho da fronha.



Os pompons são das coisas mais fáceis de fazer e rápidas.




E ainda assim consegui ficar com restos de lãs.
Eu que tinha decidido que não voltaria a fazer pegas, lá fiz mais duas só para acabar com as lãs.




Ainda sobreviveram restos (muito em resto) de lãs que não tive coragem de deitar fora. Enfiei-os todos, enrolados por cores, numa bolsinha transparente com fecho (daquelas que albergam mantinhas polares dos chineses) e atirei com eles para o fundo da gaveta. Nunca se sabem se virão a ser precisos para qualquer coisa.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Decoração de cozinha


Não tenho nenhuma cozinha de revista, nem nada que se pareça, mas é a divisão da casa que mais "dores de cabeça" me dá, no que respeita a decoração.
Ando sempre a querer alterar qualquer coisa, porque nunca estou satisfeita com o que tenho.

Aqui há tempos, pintei os armários que eram de madeira escura envernizados (mas velhos) de verde água e pus algumas coisas novas (gaiolas e caracóis) e outras velhas (potes, livros de receitas).

Fartei-me e tirei as gaiolas, ficaram apenas os caracóis; troquei os potes e os livros por uma lata grande num deles e uma galinha de louça no outro.


Voltei a estar farta e ando com outras ideias, mas ainda não as estudei muito bem. Os caracóis hão-de sair e ser substituídos por qualquer coisa e nas prateleiras de canto, talvez uma planta... Segundo a minha filha, saía tudo e só ficava a planta. O problema é que eu gosto de ver decoração leve, simples, mas depois tenho dias em que gosto de ver coisas, junto de outras coisas! É por isso que apesar de ter pouco balcão, está sempre cheio (por isso e porque tenho poucos armários para arrumação, a verdade seja dita).

Gosto destes fetos e são do melhor para alegrar a decoração de qualquer divisão, sejam eles verdadeiros ou artificiais.

Para as paredes que neste momento estão quase, quase nuas, estou a pensar em animá-las com uma coleção de pratos. Que acham de pratos na parede?

Iguais ou diferentes, grandes ou pequenos, modernos ou antigos?




Há tanta escolha de ideias, na Net que me limitei a sacar estas quatro. Embora saiba exatamente onde os quero por, ainda não defini quantidades nem posicionamento.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

E o bom tempo, onde anda?


Para alegrar a vista, porque o tempo lá fora... não ajuda nada.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Silhuetas



Não preciso escrever mais nada! São assim...

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ondas em Água Doce

Gosto quando o mar está sossegado e somos nós que criamos ondas.

Se der uma vista de olhos às minhas tarefas, encontro:

- Galinhas de tecido - paradas por falta de olhos, que entretanto chegaram


- Saco de crochet para guardar crochet em andamento - parado por falta de lã que ainda não fui comprar (espero que ainda haja quando for)

Imagem retirada da net

- Pinto de crochet para guardar pijama - em andamento, mas a parar mal termine a cabeça e as asas. Preciso de feltro para as patas e não tenho nenhum pedaço com largura suficiente em casa. É suposto ser presente de Páscoa... era...

O frasco dos retalhos de feltro

- Jardim interior - desde que visitei este site http://anossavida.pt/artigos/22-melhores-plantas-para-ter-casa, decidi que ia ter um mini jardim interior, com dois ou três vasos no "meu atelier", pus um e é porque já o tinha na varanda e descobri que a planta de jade é de interior.
Imagem retirada da net


Se for relembrar o que queria fazer, vou ficar desconsolada, por isso, fico-me por aqui mesmo... pelo menos são tarefas em movimento.

Voltarei quando a corrente estiver com mais ondulação.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Frascos à vista

Adoro frascos e tanto, que à conta disso, tenho-os de todos os feitios e tamanhos, o que para arrumação não é coisa prática.
Adoro ver prateleiras de despensas com os frascos, à vista, cheios de cereais, massas, etc, mas nem sempre temos despensa ou nem sempre, a despensa e suas prateleiras são possíveis de expor os frascos dessa forma.

Uma boa opção, é expor os frascos onde guardamos os produtos mais usados, no cimo de armários (com altura que permita chegar-lhes facilmente, claro).

Vi esta imagem no blogue Velud'arte e não é nada má ideia.


Claro que continua a resultar melhor, se os frascos forem todos da mesma família,


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Miss Marple e os sacos para o tricot



Isto de tricotar ou crochetar, para quem tem esse hábito, exige uma certa logística, se o desejamos fazer fora de portas da nossa casa. Temos que estar munidos de tudo. Lãs, esquemas, agulhas, tesouras, alfinetes, etc, etc.

Adoro ver a série Miss Marple, com qualquer atriz. Fascinam-me os lanches com os chás e as travessas com os bolinhos e acima de tudo o tricot, sempre presente.
Acho que só em um par de casos, soubemos o que andava a ser tricotado, mas está presente em todos os episódios.




A concentração aparente no trabalho que se tem em mãos e as agulhas a dar a dar, enquanto, afinal a concentração está no que se passa em redor. Adiante.

Acho piada à Miss Marple, sempre a carregar o seu knitting bag, pronta a armar-se com as agulhas e a desenrolar qualquer trabalho, enquanto escuta e observa os, e o que a rodeia.

E por isso, e pelo dito antes e não é que eu leve o meu tricot ou crochet muitas vezes, para a rua, mas concordo que deveremos ter um saco próprio para a coisa,

Eu sei que atualmente há sacos de papel ou plástico, práticos e bonitos o suficiente para isso, mas acho muito mais graça aos sacos feitos especialmente para esse propósito. Por isso, fui à net e aqui estão algumas ideias.






Costumo usar um de papel, com um padrão muito bonito, mas já há algum tempo que tenho na ideia fazer um de propósito, em tecido ou tricot. E as amigas? Usam um de papel ou plástico ou têm coisa própria, fina?

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Caminho de mesa (parte II)


Apesar da lindeza dos azulejos que nunca me canso da frisar, acho que ficou muito bem.


E apesar da boa qualidade das fotos, deu um ar alegre à mesa.

Até combina com as almofadas que neste momento andam com estes tons.


 Claro que no dia em que o pus na mesa da cozinha tive que o tirar, porque o furacão que tenho em casa, resolveu subir, esticar o pescoço, abocanhar o tecido e a fruteira só não foi parar ao chão porque a minha estrela mais velha que estava na cozinha no momento, lhe deitou a mão, não conseguindo no entanto, evitar o espalhar da fruta pelo chão.
Resolvi que estava em segurança no meu atelier (gostei do nome) que não é mais do que o antigo quarto da minha estrela mais nova, que está em fase de mudanças e redecoração.

Os bonecos que se vêem hão-de sair este verão, quando pintar as paredes, pois uma delas é verde. Por agora, embora não combinem, ficam, que eu tenho mais que fazer.

E pronto. Foi uma forma de fazer render o assunto, ao dividir em duas partes, pois não faço ideia quando voltarei a publicar alguma coisa.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Caminho de mesa (parte I)


Embora não seja fã de naperons, havendo no entanto trabalhos lindíssimos em crochet, não resisto a naperons de tecido. 
Há quem lhes chame runners e caminhos de mesa. Eu chamei-lhes caminhos de mesa, mas estejam à vontade.
Depois de ver um na net em tons de vermelho e outro em tons de verde água, estilo patchwork, decidi que iria fazer um no mesmo género. Escolhi seis tecidos de padrões diferentes e pus mãos à obra.

Depois das tiras cortadas e costuradas umas às outras foi hora de colocar o forro.

Como se tratava de um caminho de mesa, não precisava de enchimento, de forma a ser mais liso e eficaz na colocação de copos, jarras, fruteiras, o que fosse por cima, sem criar solavancos e apenas precisou de um simples forro em tecido liso e macio.

Foi estendido sobre a mesa (felizmente não era uma colcha ou teria que desviar mesa e cadeiras e usar o chão como plano de trabalho e unido) o mais esticado possível e uni as duas partes com alfinetes de ama.

Depois, foi costurar com um ponto de fantasia à escolha de forma a unir as duas partes.

Escolhi um ponto parecido com o terceiro a contar de cima.





Terminada essa tarefa, escolhi um dos tecidos para cortar em tiras e fazer o contorno, depois de cortar os excessos.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Alfineteiro XL


Já a minha avó dizia: não há fome que não dê em fartura.
Andava desejando fazer um alfineteiro. Fiz alguns há anos atrás para oferecer para uma feira e nunca fiz nenhum para mim.


Este fim de semana decidi-me a fazer um e saiu este pouf X  (deve ter sido do carnaval) Não espetei alfinetes (deveria ter espetado para comparar os tamanhos) mas tive receio de os perder.
Acho que preciso comprar alfinetes maiores e com cabeças bem visíveis!

E já pensei em fazer mais um ou dois, porque este é pouco, mas em crochet. Vi uns lindões na net e são ótimos para serões de inverno no sofá a ver televisão.
http://anabeliahandmade.blogspot.pt/