segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Trabalhos por desafio

Não sei se lhes posso chamar isto, mas também não sei que lhes chamar.

Trata-se daqueles desafios em que é postado (por determinado blogue) um gráfico (seja de ponto cruz, crochet ou costura) e os blogues aderentes (suponho que não precisam inscrever-se é só porem as mãos ao trabalho) vão em cada mês (esta é que é a parte gira) à medida que os gráficos são disponibilizados, trabalhando e no final no mês publicam os resultados.

Já tenho visto vários, mas apaixonei-me por um destes desafios e embora não tenha coragem para participar (jamais iria conseguir cumprir prazos), fiquei inspirada e acho que mesmo sem me cingir ao tema, vou aproveitar as ideias para fazer algumas coisas. Afinal tenho todos os outros trabalhos em dia e como tenho por lá uns trabalhos em ponto cruz sem utilização, acho que vou fazer qualquer coisa do género.

Entretanto mostro algumas das inspirações que podem ver no seu original ambiente em SEPTIEMBRE e os gráficos no blogue original THE SNOWFLOWER DIARIES











Qual deles o mais lindo?

Se ainda não conhecem os dois blogues, visitem que vai valer a pena.

Nota: Lembrei-me deste desafio, quando vi a bolsa linda que a Lete do Bordalinhas. ofereceu à Nina do O Meu Pensamento Viaja
Rodeadas de tantas inspirações, não deveremos fazer qualquer coisa?... Claro que sim!



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Individuais, marcadores ou sousplats em crochet

Finalmente conseguir terminar um dos projetos que tinha na ideia.


São rápidos de fazer e depois do primeiro, as instruções ficam gravadas.





Agora só falta montar uma mesa com eles, para ver o resultado no geral.




sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Alfineteiros

Se há coisa fácil de fazer são os alfineteiros. A não ser que os queiramos muito sofisticados, são muito rápidos de executar.
Desde que fiz um extra large, tinha decidido que faria, oportunamente, uns mais maneirinhos.
E foi agora.







Aproveitando a onda das mini almofadinhas, que servem desde alfineteiros a almofadinhas de cheiro, fiz mais uns quantos com outro fim que não o de espetar alfinetes.





Para fugir aos corações e afins que estas almofadas de cheiro para os roupeiros normalmente têm como feitio, decidi fazer estas em redondo e fazem-me lembrar enfeites de árvore de natal. 
Agora é só eleger a essência preferida, ensopar ligeiramente o enchimento, fechar e usar no roupeiro como ambientador.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Eu e a Nestlé... ou: Eu não gosto de café.

Podia ser um post patrocionado pela Nestlé, mas infelizmente não é. I wish!

A Nestlé sempre primou pela variedade de bebidas solúveis, com ou sem café. E ultimamente tem feito as delicias, mesmo de quem não gosta de café, o meu caso, com o novo design dos frascos.

Os primeiros frascos que entraram em casa dos meus pais, desta selecção, foram de Tofina.

 Melhorou o design do rótulo e a cor da tampa.


 Modernizou o design do frasco.

 Eu não bebia. Provei uma vez, mas tem café (estranho!) e eu não gosto do sabor do café.

Em casa dos meus sogros, uma vez por outra habituei-me a ver Mokambo, mistura de cereais com café (!!). Aproveitei para provar e não gosto. Tenho em casa porque o maridão aprecia.


Um dia por acaso, já casada, pensei que deveria provar Pensal. Não tem café, só cevada. Talvez o sabor fosse diferente e evitasse assim, o uso de chocolate no leite.

E é mesmo! Não tem nada a ver. Bebo de manhã com leite frio e nem ponho açúcar. Delicia.
Quando saíram as embalagens novas, fiquei encantada.


Um dia destes vejo numa mercearia local, Pensal - Aveia.
Fiquei preocupada. Gosto de aveia, em papas ou bolos, mas a mistura provavelmente estraga a suavidade da cevada. Já têm tantas bebidas com misturas de cereais que não sei se foi uma boa aposta esta mistura.

Deveria terminar o post aqui e dizer que é igual ou melhor, mas ainda não consegui decidir-me.
Provei ontem pela primeira vez, ao serão, e fiquei com a sensação de que sabe a mais qualquer coisa do que a fórmula anterior. Fiquei com uma impressão, embora muito suave de um sabor mais acentuado que o da cevada apenas. Se é bom ou mau, ainda não sei.
Tenho que testar na refeição habitual acompanhada com a minha torrada matinal.


Nota: Independentemente dos gostos no produto, já decidi que vou comprar Tofina, Brasa e Bolero, dar o usufruto do conteúdo a alguém que goste e coleccionar os frascos. Adoro as cores das tampas.
Não é uma colecção maravilhosa?

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Do laboratório para ... a cozinha


Existem uns suportes de bancada, que nos laboratórios são utilizados para guardar pipetas

Existem de vários feitios, mas lembrei-me que o que tem o feitio igual ao de cima, é ideal para criar uma pequena prateleira de bancada para expor tudo o que nos lembrarmos



Testei com utensílios para chá e potes de compota e como expositor de cactos. 
Para já venceu o primeiro e ficou ao pé da minha central de café e chá.



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Individuais, sousplat ou jogo americano

Chamem-lhe o que quiserem que o resultado é bom da mesma maneira.

Gosto de individuais como alternativa às toalhas de mesa, por várias razões. Uma delas que apenas a mim me diz respeito, mas eu partilho. De que me serviria o blogue se não fosse para isso?

As toalhas são desde sempre um must nas mesas (para quem gosta, claro) mas têm um contra: costumam ir além das abas das mesas e ficam susceptíveis de serem puxadas por alguns bichos de estimação que cresceram, chegam sem problemas à mesa e são gulosos. Acho que me expliquei.

Também já pensei em toalhas que cobrissem apenas o tampo da mesa mas isso ainda é um projecto em estudo.

Como tal, os individuais são a melhor alternativa à toalha, desde que não nos incomodemos de ficar com partes da mesa expostas (daí o tal projecto da toalha com a medida do tampo, mas lá iremos um dia destes).

Pela NET fora encontramos de tudo e passo a partilhar algumas imagens:







Falta de boas ideias não temos. Basta escolher e adaptar ao nosso gosto.

Também os há em crochet (que para mim serão mais marcadores do que individuais) 






Autênticos naperons, diria a minha filha que tem qualquer coisa contra os ditos.
Mas como eu não me incomodo com as opiniões alheias, acho que vou experimentar  fazer uns que vi, muito simples e que a única coisa que têm de especial são as cores.



Umas boas voltas de abertos e fechados com uma linha grossa ou o barbante que as blogueiras brasileiras tanto apregoam e sai coisa boa de certeza. Com a possibilidade de lhe dar o tamanho que quisermos apenas com mais algumas voltas.

Tirei o esquema do blogue Tricot da Wanderly, por mero acaso, porque existe em dezenas de outros blogues.



quarta-feira, 13 de julho de 2016

Ondas em Água Doce #2



Apeteceu-me dar este título, porque não sei que outro lhe dar.

Os blogues são um fenómeno que vive das publicações dos seus autores, sejam elas pontuais ou frequentes de acordo com a capacidade e a personalidade de cada um.

Embora seja sempre bom ler comentários, não podemos esperar tê-los só para manter o blogue.
Ou gostamos de escrever e mantemos o blogue para partilhar as nossas ideias, mesmo sem que alguém nos comente, ou não conseguimos resistir à solidão e deixamos de ter o blogue.
Tem a ver com a capacidade de encaixe de cada blogger.

O que me levou a esta publicação, são as publicações que são comentadas e quem as publicou não se dá ao trabalho de responder a esses comentários.

Parece-me muito, escrevo o que me apetece porque me apetece e nem quero saber a tua opinião!

Acho eu, que se publico (partilho) uma coisa, seja o que for e alguém se deu ao trabalho de a ler e de a comentar, devo-lhe pelo menos uma resposta a confirmar que li o comentário.

Há blogues que visito amiúde, às vezes, comento e sempre obtenho mais tarde ou mais cedo uma resposta, seja dirigida aquela publicação ou não. Há outros que visito de vez em quando, nem sempre comento e quando o faço obtenho sempre uma resposta.

E depois há os outros... visito com alguma frequência, e costumo comentar todas as publicações que me agradam, a dar a minha opinião e nunca, mas nunca obtive uma única resposta.

Vale a pena continuar a gastar o meu latim?

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Work in progress

Gosto da frase.
É bom sinal termos work in progress, mesmo sem sabermos quanto tempo até estar concluído.

1 - Actualmente, tenho um saco para transportar os crochet ou tricot em andamento, à espera de asas, mas vai ficar à espera das asas e do tempo mais fresco para o terminar. Acho que não tenho coragem de mexer em lãs neste momento.

2 - Tenho um outro já iniciado há anos (sim, anos) que só espera pelas asas (outra vez?! está-me aqui a falhar qualquer coisa...) e pelo coser dos cantos... este em tecido e pode servir para múltiplos usos.

3 - Também está, muito no inicio (só cortada) uma tentativa de mala...dessa tenho fotos, mas pouco esclarecedoras...

Uma das pontas da peça 


As tiras que espero darão origem às asas

A peça cortada, dobrada e com as tiras para as asas


Com uma das pontas não resisti e cortei para uma carteirinha.

Agora o problema da coisa, é que a minha máquina não deve conseguir coser "carneira". Não sei se me atrevo, pois ainda há duas semanas parti uma agulha a tentar coser uma bainha mais grossa que o costume.
Para resolver, tenho que levar a peça cortada ao sapateiro - explicar o local da costura e após a costura, a dobra das laterais para dar volume ao fundo e depois o local onde coser as asas e depois.... e depois....

Tudo isto já por si é areia demais e piora porque não tenho um sapateiro ao pé de casa.
Vou tentar a costureira do sitio que tem máquinas industriais e quem sabe....

Mais ou menos isto é o que eu pretendo..... será que consigo lá chegar?


Para além disto tudo, queria fazer umas toalhas ou individuais para a mesa da cozinha, uma blusa para mim e tentar despejar o cesto onde tenho as costuras domésticas - fazer bainhas, coser botões, etc, etc.