quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Porta lenços de papel #2

E segue a saga dos porta lenços de papel, com mais um, par.

Um deles talvez já tenha dona destinada, o outro vai fazer parte dum conjunto deles (se tiver pachorra para fazer mais meia dúzia) para brindes.





Pedi os tecidos "emprestados" à minha cunhada que não tive tempo de ir à loja, antes que fechasse na 2ª feira e aí estão eles.
Agora terei que ir comprar alguns tecidos para fazer mais. Tenho muito tecido em casa, mas com estampas grandes demais para fazer trabalhos tão pequenos.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Porta lenços de papel

Será assim que se diz?
Vi uma foto que gostei e por acaso era de um site inglês e foi daí que tirei o molde para fazer um.


Já há algum tempo que andava para fazer um porta lenços de papel, mas ainda não me tinha dedicado a estudar o assunto.



Queria com os "vivos" em tecido diferente na abertura e não tinha pensado como fazê-los.

Usei uns restos de tecido que serviram para o teste e mesmo sem máquina de costura - que está à espera de ir ao médico - uni tecidos com pontos miúdos e voltado do lado direito, ficou assim.

Nem passei a ferro - coisa que deveria ter sido feita antes de dobrar para tirar vincos do tecido e vincar os tais "vivos" e ei-lo:


Já sei o que vou fazer para oferecer no Natal a algumas pessoas. Faz-se depressa, é útil e com os tecidos certos fica uma lindeza.

Podem ver vídeo explicativo aqui: https://youtu.be/v6A41J4orbU


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Enfeites de Natal

Queiram ou não queiram, o Natal aproxima-se a passos largos. E embora, idealmente deveríamos começar a pensar nas prendas de Natal - eu penso, juro que penso - prefiro começar a tratar dos enfeites de Natal.
Este ano, estou a pensar trocar os enfeites brilhantes da árvore, escolhidos de propósito para a pequena árvore que desde o ano passado passou a ser a árvore oficial lá de casa, por enfeites especiais e personalizados.

Comecei por estes bichinhos...
 O meu Sam - cruzado de labrador e outra raça qualquer
 O meu Paco - cruzado de caniche e schnauzer (ou não).
 Não tenho nenhum Rodolfo, mas não faz mal.

Estas pequenas maravilhas, podem ser vistas AQUI


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bases para copos

Aqui há uns tempos resolvi fazer uns marcadores para mesas, ou individuais, ou ainda sousplats - gosto deste nome. Em crochet.

Como tivesse sobrado linha, que não daria para muitos trabalhos, resolvi esmerar-me e fazer pandam com os sousplats e fazer coasters - melhor dizendo bases para copos.

Ontem, ao serão, aproveitei que os bichos estavam a dormir e meti mãos à obra.





Falta arrematar as pontas e passar a ferro para esticar e deixar mais lindo. Fazem-se tão depressa que me apetece fazer em outras cores mais suaves, como as da imagem abaixo.
Retirada do Pinterest.

Com isto lembrei-me que tenho um conjunto de bases para copos em crochet com uns 30 anos de vida, arrumadinhos (sempre que nunca os usei) num cesto que já não recordo o que tinha lá dentro, antes.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Trabalhos em mãos

Este título é mais uma maneira de dizer que comecei algumas coisas, planeio começar outras e ainda não acabei nada para mostrar aqui.


No fim de semana passado, cortei fronhas de almofada e já cosi três. Uma de 50x50cm, e duas de 50x30cm. Ainda não sei bem onde as vou usar, mas eram os restos de uns tecidos que gostava muito e achei algures num roupeiro e decidi aproveitar.

Também cortei quatro fronhas para almofadas de serviço - ver publicação anterior - mas essas ainda não cosi. Tenho a máquina de costura avariada e acho que face aos tecidos fininhos e às dimensões,devem ser cosidas à máquina.

Reutilizei uma toalha de mesa, que noutros tempos teve outra utilização e cortei na medida desejada. Cosi os lados adaptados, à mão, em pontos discretos.

Entretanto, acabei um tapete de trapilho. Nada de especial, mas já não fazia nada em trapilho há tanto tempo que até achei a sua graça. A filha queria um tapete redondo para a casa de banho em roxo ou cinza e eu até descobri que tinha trapilho roxo em casa. Mostrarei em breve, pois neste momento, está debaixo do meu colchão a esticar.

Entretanto e esta é a parte que me preocupa - sem contar com as prendas de natal, que nem são assim muitas, tenho coisas lá para casa, perspectivadas, mas que não há meio de saírem.

Capas em tecido para livros - podem ver AQUI ideias. Preciso (gostava de) fazer pelo menos quatro para oferecer.


Porta canetas para agendas ou diários - podem ver AQUI - Preciso (gostava de) fazer pelo menos 6 para oferecer como brindes.

E tantas coisas diferentes, que se publicam por essa internet fora só para nos desgraçarem.

Ando a estudar um porta-moedas que me permita espreitar todas as moeda que contém e este modelo deixa que elas deslizem.

Tenho uma tábua em casa igualzinha a estas e sempre achei que serviria para qualquer coisa além de base de corte.


Este porta talheres cativou-me. Terei que fazer um ou dois.


Nem tenho parede que chegue, mas vou arranjar porque fiquei apaixonada por este porta colheres de pau.


Acho que usaria para a caixa dos fósforos. Sim, porque eu desliguei o sistema de isqueiro do meu fogão e uso fósforos.


Espero na próxima publicação que faça, mostrar coisas minhas em vez de andar a mostrar dos outros. Mas são coisas tão giras que não resisti a partilhar desde o Pinterest.



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Fronhas de almofada

Não sou obcecada por decoração, embora goste da casa de um certo jeito e goste de, de tempos a tempos, fazer mudanças na decoração.
Uma das coisas que mais gosto de trocar na decoração, são almofadas. Acho que uma almofada nova, faz uma tremenda diferença numa decoração.
Mas ainda assim, gosto mesmo é de fronhas novas, diferentes e muito alternadas nas camas e aí, sim, posso dizer que sou obcecada. Saudavelmente obcecada.

Gosto de ver um bonito conjunto com as suas fronhas a condizer, mas também gosto de usar fronhas diferentes, de outros conjuntos ou feitas propositadamente para o efeito. E isto é extremamente útil porque uso 4 almofadas para dormir (2 + 2 para cada) e os conjuntos que tenho, só têm duas fronhas, embora já haja muitos com quatro.
Neste sentido, aproveitei o feriado para ir coscuvilhar um roupeiro onde existiam jogos de lençóis (do enxoval) que não uso porque a cama actual é bastante mais larga e vou passar a usar as fronhas como segundas fronhas.

Para ilustrar a minha obsessão vou fazer desfilar uma série de fotografias de fronhas de almofada.
As primeiras retiradas do blogue maravilhoso da Lete, Bordalinhas que são autenticas obras de arte.











Estas retirada da Net, a maioria do Pinterest






E não me importo nada que algumas não tenham nada de especial e tenham todo o ar de fronhas de serviço, como eu chamo às que usamos para dormir. Mas uma cama feita com mais do que duas simples almofadas, não precisa escondê-las e ficam bem de qualquer forma.
Sejam almofadas com ar de decorativas apenas, ou de serviço misturadas, com essas.

Se não gostarem de camas com as almofadas de serviço à vista

Podem combiná-las com outras almofadas decorativas.


Nas fotos abaixo do IG The Tangled Lady, as almofadas decorativas fazem combinação com as almofadas de serviço e estas não ficam a dever nada ao conjunto apresentado.






quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Este não é um blogue de culinária

Não é, mas às vezes temos que ir para outros campos.

Pode ser uma pergunta idiota, mas sabem exatamente a diferença entre guisado e estufado?

Se existem algumas dúvidas, que por acaso eu tinha, podem ver os esclarecimentos neste blogue
Receitas Rui Pereira


GUISADO – também chamado de cozido ou fervido é o método culinário utilizado para cozinhar alimentos de pequena e média dureza e dimensão. Pode iniciar o processo por um refogado.
É um método que se faz com a adição de caldo em quantidade relativamente grande, podendo alcançar cerca de duas a três vezes o volume do alimento total. Por se confeccionar com tampa e bem fechada, este processo permite apurar com mais rigor, aproveitando a condensação dos líquidos pelo calor, pelo que inicialmente se deve introduzir pouco caldo. 
Exemplos – Favas guisadas, Caldeirada de peixe, Ensopado de cabrito




ESTUFADO – método culinário utilizado para cozinhar alimentos de média e grande dureza e dimensão. Também conhecido por «Assado na panela», devido ao facto de se poder – e dever – selar o alimento, proporcionando algum cozimento e portanto redução de tempo e um alimento mais hidratado e um colorido acastanhado próprio da caramelização dos açúcares, conhecido por «reacção de Maillard». Após este procedimento, acrescentam-se legumes, cebola, alho e outros, assim como especiarias e ervas. È um processo que se verifica menor quantidade de «molho», igualmente realizado com tampa, bem fechada, de modo a que os alimentos cozam nos seus próprios sucos. È também um processo onde o calor utilizado é menor.
Exemplos – Língua estufada, Perna de porco estufada, Javali estufado




Esclarecidas?
Se calhar era só eu que não estava, mas gostei desta publicação.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Túnica de crochet ponto abacaxi

Não deve ser novidade nenhuma que gosto de trabalhos em crochet.
Pequenos, grandes, assim, assim... e só ainda não meti mãos à obra para fazer uma saia, ou um vestido porque, enfim... medosss, do tempo e do trabalho que vai dar.
Mas isso não me vai impedir de partilhar, com quem se atreve a visitar-me, esta túnica e que podem ver na sua origem em Sidney Artesanato




segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Séries policiais #2

Mais uma publicação do mesmo!

Gosto de séries policias britânicas, ainda mais do que gosto de romances policiais nórdicos.
Não sei se a comparação é entendida, mas é assim mesmo.
Há qualquer coisa que me puxa nesses romances, como há nestas séries.

E tenho tanta sorte que iniciaram-se três novas séries que me deliciam.

INSPECTOR GENTLY
Passada no nordeste de Inglaterra no ano de 1964, no condado (ainda) de Newcastle, em Northumberland and County Durham, ao contrário dos livros que situavam a ação em Norfolk.
Gosto da "pressa" com que o Sargento John Bacchus despacha os assuntos e determina quem são os criminosos, a par dos preconceitos que tem sobre certos temas e que apresenta sem qualquer problema e a calma e racionalidade com que o Inspector Gently o vai travando e educando.


ENDEAVOUR


Esta série, passada no ano de 1974, retrata a juventude do detective Morse, um homem culto, apreciador de ópera, arte e palavras cruzadas que largou a faculdade de literatura de Oxford para seguir a carreira policial, onde faz bom uso das suas capacidades dedutivas.


SHETLAND



Passada nos nossos dias, esta série retrata o trabalho do inspector Jimmy Perez e da sua equipa, a investigar crimes cometidos na unida e isolada comunidade de Shetland.


Poderia dizer que tenho uma favorita, mas ia ser injusta porque gosto de todas. Por serem britânicas? Talvez. E se for só por isso, a minha preferida é a terceira - adoro a pronuncia escocesa, tanto quanto adoro ouvir um bom britânico a falar num filme americano! É uma espécie de música que nos embala no meio de sons a que já nos habituamos.