quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Fronhas de almofada

Não sou obcecada por decoração, embora goste da casa de um certo jeito e goste de, de tempos a tempos, fazer mudanças na decoração.
Uma das coisas que mais gosto de trocar na decoração, são almofadas. Acho que uma almofada nova, faz uma tremenda diferença numa decoração.
Mas ainda assim, gosto mesmo é de fronhas novas, diferentes e muito alternadas nas camas e aí, sim, posso dizer que sou obcecada. Saudavelmente obcecada.

Gosto de ver um bonito conjunto com as suas fronhas a condizer, mas também gosto de usar fronhas diferentes, de outros conjuntos ou feitas propositadamente para o efeito. E isto é extremamente útil porque uso 4 almofadas para dormir (2 + 2 para cada) e os conjuntos que tenho, só têm duas fronhas, embora já haja muitos com quatro.
Neste sentido, aproveitei o feriado para ir coscuvilhar um roupeiro onde existiam jogos de lençóis (do enxoval) que não uso porque a cama actual é bastante mais larga e vou passar a usar as fronhas como segundas fronhas.

Para ilustrar a minha obsessão vou fazer desfilar uma série de fotografias de fronhas de almofada.
As primeiras retiradas do blogue maravilhoso da Lete, Bordalinhas que são autenticas obras de arte.











Estas retirada da Net, a maioria do Pinterest






E não me importo nada que algumas não tenham nada de especial e tenham todo o ar de fronhas de serviço, como eu chamo às que usamos para dormir. Mas uma cama feita com mais do que duas simples almofadas, não precisa escondê-las e ficam bem de qualquer forma.
Sejam almofadas com ar de decorativas apenas, ou de serviço misturadas, com essas.

Se não gostarem de camas com as almofadas de serviço à vista

Podem combiná-las com outras almofadas decorativas.


Nas fotos abaixo do IG The Tangled Lady, as almofadas decorativas fazem combinação com as almofadas de serviço e estas não ficam a dever nada ao conjunto apresentado.






quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Este não é um blogue de culinária

Não é, mas às vezes temos que ir para outros campos.

Pode ser uma pergunta idiota, mas sabem exatamente a diferença entre guisado e estufado?

Se existem algumas dúvidas, que por acaso eu tinha, podem ver os esclarecimentos neste blogue
Receitas Rui Pereira


GUISADO – também chamado de cozido ou fervido é o método culinário utilizado para cozinhar alimentos de pequena e média dureza e dimensão. Pode iniciar o processo por um refogado.
É um método que se faz com a adição de caldo em quantidade relativamente grande, podendo alcançar cerca de duas a três vezes o volume do alimento total. Por se confeccionar com tampa e bem fechada, este processo permite apurar com mais rigor, aproveitando a condensação dos líquidos pelo calor, pelo que inicialmente se deve introduzir pouco caldo. 
Exemplos – Favas guisadas, Caldeirada de peixe, Ensopado de cabrito




ESTUFADO – método culinário utilizado para cozinhar alimentos de média e grande dureza e dimensão. Também conhecido por «Assado na panela», devido ao facto de se poder – e dever – selar o alimento, proporcionando algum cozimento e portanto redução de tempo e um alimento mais hidratado e um colorido acastanhado próprio da caramelização dos açúcares, conhecido por «reacção de Maillard». Após este procedimento, acrescentam-se legumes, cebola, alho e outros, assim como especiarias e ervas. È um processo que se verifica menor quantidade de «molho», igualmente realizado com tampa, bem fechada, de modo a que os alimentos cozam nos seus próprios sucos. È também um processo onde o calor utilizado é menor.
Exemplos – Língua estufada, Perna de porco estufada, Javali estufado




Esclarecidas?
Se calhar era só eu que não estava, mas gostei desta publicação.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Túnica de crochet ponto abacaxi

Não deve ser novidade nenhuma que gosto de trabalhos em crochet.
Pequenos, grandes, assim, assim... e só ainda não meti mãos à obra para fazer uma saia, ou um vestido porque, enfim... medosss, do tempo e do trabalho que vai dar.
Mas isso não me vai impedir de partilhar, com quem se atreve a visitar-me, esta túnica e que podem ver na sua origem em Sidney Artesanato




segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Séries policiais #2

Mais uma publicação do mesmo!

Gosto de séries policias britânicas, ainda mais do que gosto de romances policiais nórdicos.
Não sei se a comparação é entendida, mas é assim mesmo.
Há qualquer coisa que me puxa nesses romances, como há nestas séries.

E tenho tanta sorte que iniciaram-se três novas séries que me deliciam.

INSPECTOR GENTLY
Passada no nordeste de Inglaterra no ano de 1964, no condado (ainda) de Newcastle, em Northumberland and County Durham, ao contrário dos livros que situavam a ação em Norfolk.
Gosto da "pressa" com que o Sargento John Bacchus despacha os assuntos e determina quem são os criminosos, a par dos preconceitos que tem sobre certos temas e que apresenta sem qualquer problema e a calma e racionalidade com que o Inspector Gently o vai travando e educando.


ENDEAVOUR


Esta série, passada no ano de 1974, retrata a juventude do detective Morse, um homem culto, apreciador de ópera, arte e palavras cruzadas que largou a faculdade de literatura de Oxford para seguir a carreira policial, onde faz bom uso das suas capacidades dedutivas.


SHETLAND



Passada nos nossos dias, esta série retrata o trabalho do inspector Jimmy Perez e da sua equipa, a investigar crimes cometidos na unida e isolada comunidade de Shetland.


Poderia dizer que tenho uma favorita, mas ia ser injusta porque gosto de todas. Por serem britânicas? Talvez. E se for só por isso, a minha preferida é a terceira - adoro a pronuncia escocesa, tanto quanto adoro ouvir um bom britânico a falar num filme americano! É uma espécie de música que nos embala no meio de sons a que já nos habituamos.



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Crochet para matar saudades

Tenho três gavetas no aparador onde guardo tudo o que são toalhas, panos e naperons de tecido e crochet que não uso, mas não me atrevo a descartar, pois trazem-me belas memórias e foram ofertas de pessoas muito queridas.

Acabados de cozer os meus biscoitos, quis publicar no IG e quis pousar a lata em alguma coisa bonita para não ser apenas a pedra da mesa.

 Descobri uma renda que fiz há anos - e quando digo anos, são anos mesmo - uns 20. Era para aplicar na ponta de uma cortina de cozinha, na casa onde morei antes.
Nunca apliquei, entretanto mudei de casa e as janelas desta cozinha já não se prestam ao tipo de cortina idealizado e renda ficou arrumada e esquecida.
Tem 140cm de comprimento, tem cor de grão e não faço ideia para que poderá servir, a não ser para olhar, apreciar e matar saudades.





quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Falar de malas, what else?

Apeteceu-me hoje.
Não tenho trabalhos novos para mostrar, posso falar de outras coisas que gosto.
E se há coisas que gosto são malas e carteiras.
Gosto de variar. Adoro variar, embora nas carteiras, varie, mas demore mais tempo a trocar.
Quando pego numa que me enche as medidas, vai ficando, ficando... já as malas, não é bem assim.

Há três modelos que prefiro sobre todos os outros.







São grandes, práticas e versáteis. 
Durante a semana são do melhor e chegam a fazer de saco de compras. 








Este é o modelo que me iniciou no gostar de malas. A minha primeira mala a sério, foi destas e durante muito tempo (quando tinha apenas uma) era uma destas e durava até comprar outra. Mantive uma em casa, já incapaz de usar, quando deixaram de aparecer nas lojas. Felizmente voltaram e em grande.







Há pouco tempo, conheci estas. 
Adoro o estilo de pasta, tenho uma paixão assolapada por tudo o que tenha a ver com escola (livros, cadernos, pastas). 

São estes os três modelos de malas de que nunca consigo escapar. Tem que haver sempre uma (pelo menos) (de cada, de preferência) no meu armário.

E, para aquelas alturas em que não precisamos usar muita coisa e só queremos uma mala que nos deixe levar as chaves, o telemóvel e um porta moedas (porque se usarem carteiras do tamanho da minha habitual não vale a pena pensar em malas pequenas), existe um modelo que é o meu eleito.





Uma de cada cor era o ideal.
Fica bem com tudo.


Se tiveram a pachorra de ler e quiserem opinar, tenho muita curiosidade em saber. Se não, ficamos por aqui mesmo que me diverti bastante com esta publicação.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Trabalhos por desafio

Não sei se lhes posso chamar isto, mas também não sei que lhes chamar.

Trata-se daqueles desafios em que é postado (por determinado blogue) um gráfico (seja de ponto cruz, crochet ou costura) e os blogues aderentes (suponho que não precisam inscrever-se é só porem as mãos ao trabalho) vão em cada mês (esta é que é a parte gira) à medida que os gráficos são disponibilizados, trabalhando e no final no mês publicam os resultados.

Já tenho visto vários, mas apaixonei-me por um destes desafios e embora não tenha coragem para participar (jamais iria conseguir cumprir prazos), fiquei inspirada e acho que mesmo sem me cingir ao tema, vou aproveitar as ideias para fazer algumas coisas. Afinal tenho todos os outros trabalhos em dia e como tenho por lá uns trabalhos em ponto cruz sem utilização, acho que vou fazer qualquer coisa do género.

Entretanto mostro algumas das inspirações que podem ver no seu original ambiente em SEPTIEMBRE e os gráficos no blogue original THE SNOWFLOWER DIARIES











Qual deles o mais lindo?

Se ainda não conhecem os dois blogues, visitem que vai valer a pena.

Nota: Lembrei-me deste desafio, quando vi a bolsa linda que a Lete do Bordalinhas. ofereceu à Nina do O Meu Pensamento Viaja
Rodeadas de tantas inspirações, não deveremos fazer qualquer coisa?... Claro que sim!