sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Desafio de escrita dos pássaros #1


Problemas, só problemas


Não haveria título mais adequado para este primeiro desafio: problemas, só problemas. 
E agora, como é que eu vou descalçar esta bota? 
Meti-me nisto, convém que saia airosamente ou pelo menos que faça boa figura, quanto mais não seja no primeiro texto.
O maior problema dos problemas, é que têm vários significados, podem ser questões, charadas, perguntas, impasses, enigmas, distúrbios, doenças e falhas ou aborrecimentos e contrariedades e ainda, para ter mais o que escrever, a superficialidade dos problemas ou a sua profundidade dependem dos vários pontos de vista e do impacto que irão causar.
Somos animais de hábitos, e como tal, tudo o que altera o nosso ritmo normal, ou melhor o nosso hábito, vai tornar-se em um problema. E nessa altura, em vez de vermos o problema como uma mudança na nossa rotina que nos pode levar a buscar novos conhecimentos e atitudes para o resolver e o vermos como uma ponte, preferimos vê-lo como um muro que nos trava, mesmo que apenas por algum tempo, como se de repente nos surgisse uma incapacidade, que pode ser permanente ou temporária e nos transtorna o nosso ritmo “normal”.
Os problemas obrigam-nos a pensar e a por em ação o que aprendemos na vida; levam-nos a quem nos possa ajudar; levam-nos a procurar o porquê dos mesmos, ainda que em algumas alturas não os consigamos solucionar, pelo menos de imediato.
Mas quando os ultrapassamos, alguns até podem levar tempo, de certeza, aprendemos coisas novas e aprendemos novos hábitos. Descobrimos que somos mais do que éramos até ali e que afinal até conseguimos ser fortes, quando nos achamos fracos, que temos amigos quando nos víamos sós e que afinal há algo mais para além da nossa vida habitual e rotineira.
E o que fazer, quando nos surgem problemas? Agradecer, não porque nos surgiram problemas na vida, mas porque iremos ultrapassá-los e aprender com eles.
As provações fortalecem-nos e umas servem para resolver e enfrentar as outras. Porque, neste mundo, neste momento, embora o nosso desejo seja esse e até haja quem pense que sim, não vivemos no paraíso e os problemas podem surgir a cada passo. Mas os problemas (são) só problemas, e os problemas resolvem-se e se forem partilhados resolvem-se mais facilmente e não provocam tanto dano.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Desafios

De vez em quando, entre afazeres e hobbys, gosto de mudar a temática das publicações. Se me visitam regularmente, já devem ter percebido isso.
E isto porque gosto de desafios e não posso virar costas a desafios quando estes têm a ver com ler ou escrever.

Por intermédio de um outro blog que sigo, esta tarde dei de caras com este desafio - Desafio da Escrita - neste BLOG AQUI e só se estivesse em coma, ou algum outro estado inconsciente não iria inscrever-me.
Para tal inscrição, precisei enviar um texto, inferior a 400 palavras a explicar o porquê da inscrição no desafio e como, pelo menos uma vez por semana - às 6ª feiras - irão ter o "gosto" de ler um texto, sobre o tema da semana, aqui vai o texto que enviei como candidatura.


Quando gostas de escrever e te aparece no colo, ou melhor no écran do computador a informação de que existe um desafio de escrita algures, só não vais à procura se estiveres de mãos atadas. Literalmente. E fui.

Afinal, quando decidiste criar um blogue foi com intenção de escrever qualquer coisa que interessasse, se não a outros, pelo menos a ti.
Mas depois, o blog teve outros fins e passaste a publicar artesanato. Aborrecida, resolveste criar outro só para falar de livros – a paixão que faz equipa com a de escrever, é a de ler o que outros escrevem. Mas não era suficiente e vai daí, em completa loucura, criaste um terceiro. Daqueles blogs que sem tema chave, servem para escrever tudo o que nos dá na gana ou pelo menos, o que nos vai na alma.
Mas, é o primeiro amor que é válido e forte e encerraram-se os dois blogs mais recentes e as publicações dos temas que apetecia, passaram a ser feitas no blog do coração, ou de estrelas.
Passou a publicar-se sobre artesanato, sobre livros, sobre outras coisas…  
Mas às vezes, por falta de tempo e pensando nisso, não percebo ainda porque me “meti” neste desafio, não havia publicações muito profundas e confesso que sinto falta disso. De ser profunda, ou pelo menos de escrever o que sinto em determinada altura, o que penso de determinado tema, o que espero de determinado acontecimento.
Gosto tanto de escrever (e de ler) que até a “obrigatoriedade” de responder a desafios, é um desafio saudável. Ainda me lembro, quando entrei para o Ensino Secundário em Humanidades e na primeira aula de Português, nos foram dados nomes de vários livros que deveríamos ler. Delirei de contentamento. Se há quem revire os olhos de aborrecimento, acho que os meus deram voltas de 360º de alegria! Não me incomodou nada, nem pensei que os livros poderiam ser uma seca, só pensei que me tinham mandado ler livros.
Por isso, voltei a sentir a mesma volta de 360º com esta oportunidade, agora na escrita.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Cozinha de cara lavada #1

Já por aqui me "queixei! muitas vezes, que não gosto dos azulejos da minha cozinha.






E que por causa disso, volta não volta ando a mudar a decoração, na tentativa de me agradar mais do cómodo em geral. Mudo as almofadas das cadeiras, mudo os cortinados, mudo a loiça e tão depressa quero todos os acessórios em vermelho, como os quero em cores mais discretas e neutras.
Para "ajudar" à mudança, pinto os armários.

São de madeira e quando mudei eram de cor natural escura, mas com pouco verniz naquela altura. Se os envernizasse escureciam e fui adiando... um dia passei-.me e pintei de beje. Como era uma tinta sem brilho, depressa me aborreci e em 2013 pintei de verde.



Esse verde foi-se mantendo, e este ano, precisavam de levar nova demão. Manter ou mudar?
Mudei, claro!

Este é o melhor da minha cozinha, quando está arrumada (sem loiça no escorredor, sem traquitanas extras no balcão)


Gosto mais sem o varão que tenho sobre o lava-loiça. mas não fiquei por aqui.


E deste ano não passou! Meti mãos à obra e pintei os azulejos.




Estas fotos de qualidade duvidosa, são da primeira demão.
Levou três demãos e uns retoques aqui e ali.
Não se nota, mas é o cantinho onde tenho a máquina do café.



Quando entro na cozinha de manhã, já que a cozinha está virada para nascente, há uma claridade deliciosa e ao final do dia, escurece mais tarde.
O corre mesa que tenho e se repete nas fotos anteriores, não é de facto o mais usado, mas calhou bem a coincidência, para compararmos a diferença.

Agora, que já se pintou tudo, só falta trocar as almofadas que as atuais estão bastante usadas, trocar os cortinados e tirar umas fotos do estado atual, de preferencia, com boa qualidade. E depois, mostro.
Ainda estou na dúvida se volto a colocar o varão sobre o lava-loiça, porque de momento, estou a apreciar a claridade do sitio.

Passei o último dia de férias que por coincidência foi o meu dia de anos, a pintar, fiquei "estourada" que já não tenho idade para loucuras, mas fiquei satisfeita, desejosa de redecorar e o cantar dos parabéns e o bolo ainda me souberam melhor.





quinta-feira, 25 de julho de 2019

Ainda que Caiam os Céus




A ultima vez que publiquei uma opinião sobre um livro foi em 2 de Outubro de 2018!!

E isso não quer dizer que estive este tempo todo sem ler. Dava-me uma coisa má, se fosse assim. Tenho andado sempre a ler, mas acontece que ando na dúvida sobre uns livros - se os leio ou não - e limito-me a repetir uns quantos que sempre repito (pelo menos uma vez por ano). Assim, não vou opinar sobre livros de que já opinei, não é verdade?


Entretanto, este livro esteve quase a vir cá para casa no Natal, mas foi adiada a compra e só agora, depois de ler uma opinião, decidi comprar.



De todas as intolerâncias para com os demais, a intolerância religiosa é a que mais ataques leva a cabo e mais mortos causa. 
Quando ouvimos falar de intolerância religiosa, no meio de tudo o que são noticias sobre o assunto, perguntamo-nos a nós próprios como será viver num país que te proíbe teres fé? A União Soviética, no tempo que originou este livro, era uma superpotência onde só o ateísmo tinha voz e qualquer vislumbre de fé em Deus, era considerado um atentado ao governo e ao país. E os "terroristas" eram presos, torturados, banidos e até mortos.


Poderemos dizer que a União Soviética, sem saber, estava a por em prática, ao pé da letra o 1º dos 10 mandamentos que diz: "Não terás outros deuses diante de Mim"



Esta história - verídica - passou-se desde a altura da segunda guerra até cerca de 1993, altura em que a religião que Mikhail Kulakov professava, começou a dar os primeiros passos em liberdade, quando o governo, depois de drásticas mudanças politicas (as maiores pela mão do presidente Gorbachov) se deu conta que afinal poderiam aproveitar muito de bom para a sociedade, se deixassem que esta denominação religiosa agisse junto das populações, ainda que ateias.



Há uma frase quase no fim do livro que me parece bem partilhar. Na altura em que começavam a despontar várias denominaçãoes religiosas na União Soviética, o moderador colocou a questão se era aceitável para a sociedade soviética tolerar a propaganda da ideolologia de seitas e Mikhail (o personagem principal) que na altura fazia parte da Associação Internacional para a Liberdade Religiosa respondeu:
- Acreditamos que todas as crenças devem ter o direito de expressar livremente os seus principios e que as pessoas devem ter o direito de julgar por si mesmo como reagir. Posso discordar dos ensinamentos de .... (nomeou a seita em questão), mas Jesus Cristo e a história humana mostram que todos os que querem assegurar a sua própria liberdade devem guardar-se da opressão contra aqueles de quem discordam.

Esta opinião de Mikhail, levada a público nesta altura, foi a de sempre ao longo do seu testemunho que originou este livro, e que antes nunca pudera expressar livremente.





Resumo do livro:

Uma fé sólida e inabalável. Isso era tudo o que o jovem Mikhail Kulakov possuía. O governo comunista soviético lhe tirara a profissão, a família e a liberdade. Seu crime? Servir fielmente a Deus ou, nas palavras da KGB, promover "atividades antissoviéticas". Ele foi preso, interrogado e condenado a cinco anos em campos de trabalho forçado. Todavia, nem mesmo a perspectiva de banimento eterno numa remota vila da Sibéria o deteve de confiar firmemente nas promessas de Deus... Ainda que os céus caíssem.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Portugal está a arder... outra vez!


Não vou escrever nada de novo.
O que eu poderei escrever, já toda a gente escreveu, disse, pensou.
Portugal está a arder, outra vez!
O nosso verão, este ano começou tarde, mas as chamas já se fizeram à estrada e nos queimaram tudo no seu caminho implacável.
Não aprendemos nada!

Não se diz que se aprende com os erros? Pois os ultimos dois erros, não serviram para aprender nada.
Serviram para bradar aos céus a má tecnologia, a má informação partilhada, a má resposta às catástrofes, até serviram para dizer que os bombeiros que andam nos locais, não sabem por onde andam! Pois não! Vêm de longe, não se negam a afastar-se das familias e das localidades de onde pertencem e vir para locais desconhecidos, para salvar...
E as autoridades politicas, as associações de defesa, e outros serviços e gabinetes afins, que passaram o ano a atirar a batata quente de uns para outros, a exigir demissões e responsabilidades, não deram nenhum passo em aprendizagem, com os erros está claro.

Tivemos dois anos (e para antes de 2018 não vou) de inferno e mal tivemos dois dias de calor, mostrámos que não aprendemos nada!

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Blogues a seguir...

Nem só de artesanto vivem os blogues, na verdade.
Embora goste de fazer, publicar o que faço ou o que encontro por aí e visitar blogues de artesanato - aliás foi este assunto que me levou a criar este blogue há 11 anos- gosto de muito mais!

Assim, por vezes na minha busca por essa net fora, deparo-me com blogues que não resisto em partilhar.

Descobri este, por acaso, dei uma leitura geral pelas publicações, apaixonei.me pela do dia 3 e como no dia 3 de Julho o meu blogue fez 11 anos que teve a primeira publicação oficial de artesanto, quero partilhar com vocês e aconselhar uma visita pelo blogue MEGAPHONE


E já agora tirem uns minutos mais do vosso precioso tempo e leiam a publicação que deu todo este "alarido" aqui pelo espaço.




terça-feira, 2 de julho de 2019

Marcador de livros em EVA

Não sou especialista em EVA, mas gosto tanto de alguns trabalhos que acabo por guardar as ideias, sempre na esperança de algum dia precisar fazer.

Um dia destes pediram-me que comprasse um marcador destes para oferecer a uma amante de livros e de unicórnios. Acontece que a pessoa que o fez, o ano passado, deixou de trabalhar em EVA e vai daí, resolvi testar.

Alguma coisa sairia.

Saiu bem.
Relativamente igual ao outro, pois o molde é bastane difundido pela NET.
Não me importo de repetir a experiência, já que esta correu bem.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Carteira em tecido

Já há algum tempo que não me dedicava a trabalhos em tecido e quando vi esta carteira não resisti a testar.
Correu tão bem que já tem dona.
O vinco na horizontal não é efeito, embora tenha saído muito direito. É falta de ter sido passado a ferro e manteve o vinco da dobra do tecido. Reversível, portanto.


O original de onde copiei pode ser visto AQUI


Como não tenho máquina para pregar molas de pressão, optei por usar das que se cosem. Não ficando mal, achava mais engraçado com as outras que ficam à vista na pála da carteira, como poderão ver no vídeo.


Tudo feito em uma só peça, fica com uma divisória.
Só há uma coisa que gostaria fosse diferente e se voltar a fazer alguma, vou analisar a resolução.
No interior da carteira, as extremidades das dobras, ficam abertas (descosidas) e gostaria mais que estivessem fechadas. Tirando isso, é perfeita. Mantendo a dimensão total de tecido - 73cm - pode fazer-se com outra largura, de acordo com as necessidades.

Fui dar uma vista de olhos pelo blogue e recordei que iniciei o mesmo com a publicação de uma carteira de tecido que vira algures e durante os primeiros cinco anos, de quando em vez lá publicava uma carteira de tecido (com fecho, com botão, com velcro, etc) e muitos sacos. A coisa, agora, em comparação está muito parada.
Iniciou-se em Maio mas a primeira publicação (de artesanato) foi em Julho de 2008, portanto, é essa a data que conta e está quase a fazer 11 anos. Estejam atentas ao dia de aniversário.


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Restauro de livro #7

Eu intitulo restauro de livro, porque me soa bem, mas na realidade é mesmo é encadernação, porque não tenho as condições necessárias para restaurar um livro e apenas lhe substituo a capa, embora possa, dentro do possível dar um jeitinho às folhas se as vir danificadas.


Este foi o último trabalho e que me deu "água pela barba", conforme passarei a explicar.

Chegou assim:



A capa exterior de proteção, trazia os pespontos danificados e no seu interior uma bíblia com muito uso e com a capa solta das folhas, apenas presa por um dos papéis guarda.
Todo o trabalho teve que ser levado a cabo, tendo em conta as dimensões da capa exterior, para poder caber.

Uma vez que a dona da biblia, me pediu uma capa discreta, não rigida, andei a estudar o assunto, algum tempo e durante esse estudo, restaurei a capa exterior. Tirei a fita plástica que trazia e refiz o pesponto com fita de cabedal sintético. O resultado final foi muito agradável.


Quando finalmente me decidi pela tela para forrar a capa, testei várias colagens devido à espessura e pouca flexibilidade e depois de medir vezes sem conta a capa de proteção, para que a biblia depois de encadernada lá coubesse, colei a tela em cartão flexível e a cada fase de colagem ficava em descanso sob pesos de um dia para o outro, para não haver surpresas desagradáveis.

Ficou assim:





Agora é embrulhar com o mesmo cuidado com que vinha embrulhada e enviar para a dona em França.



terça-feira, 28 de maio de 2019

Bolsa para telemóvel


Não costumo usar telemóvel em bolsa, por norma.
Tem uma película para proteger o vidro do écran e uma capa traseira para evitar os risco e desgastes e mais nada, porque normalmente, nas malas levo-o numa das divisórias que lá existem e vai só ele, sem correr o risco de ser riscado ou partido por outros objetos. Porque mesmo com poucas divisórias, pelo menos uma bolsa algures, todas as malas têm.

Acontece que esta semana apeteceu-me andar com um saco de tecido que fiz há anos, muito básico, que não tem bolsa nenhuma e eis que o telemóvel ou vai na mão, ou vai no saco, a bater em tudo que o saco leva - e leva muito, garanto.


Então, resolvi por em prática a ideia de uma bolsa que surgiu quando fiz uma capa em EVA  estampada para a minha bíblia que estava a descascar.
Como não queria (ainda) substituir a capa, fiz uma em EVA, reversível.
 Cosi com pesponto de duas agulhas, como se fosse cabedal e por enquanto protege e é macia.


Nessa altura comecei a pensar que esta EVA era uma boa opção para fazer uma bolsa para telemóvel, daquelas em que a própria fita que fecha, é a que desde o interior faz deslizar o telemóvel.
Cortei uma tira para poder dobrar à medida do telemóvel e arredondei os cantos.

Pus a fita que entra por uma abertura no lado de trás. Aproveitei uma fita que tinha há algum tempo em casa, cor de vinho e com duas argolas na ponta. Acho que já foi um cinto de uma saia.



Uni as duas partes com ponto de crochet. E usei velcro para fechar.


O lado de trás de onde sai a fita que vai fechar, passando sobre as extremidades.


Colando na frente.


Não é nada de extraordinário, mas serve perfeitamente para o que se pretende
e é espesso e macio o suficiente para proteger o telemóvel do reboliço que são as malas/sacos.







quinta-feira, 18 de abril de 2019

Traveller's Notebook

Os TN (Midori TN, no original) como são conhecidos estes pequenos blocos de notas para viajantes, por serem versáteis, leves, práticos e quase descartáveis, são uma das das minhas paixões.
Ou seja, tudo o que são cadernos, blocos, livros, papeis, etc, etc são a minha paixão. Depois vou variando nos momentos e agora que estou em meio à decisão de escolher uma capa para mais um restauro, achei por bem, terminar uma tarefa que me tinham pedido há uns tempos e tinha ficado "encalhada".

Quando conheci estes blocos de notas, agendas, o que lhe queiram chamar preparei logo uns dois ou três de imediato. Fiquei com um para mim, ofereci os outros dois e embora tenha feito mais blocos interiores, nunca dei mais andamento a nenhum.

Há uns meses, fiz um na altura em que fiz os blocos de notas com folhas presas por elásticos de cabelo e recordada fiz um TN que ofereci a uma estudante universitária.
E agora resolvi fazer mais dois.

Os blocos interiores estavam preparados, foi só agrafar as folhas às capas dos blocos e cortar à medida.
Tinha pensado usar para a capa exterior, o mesmo material dos blocos de notas, mas correu-me um bocado mal fazer os furos necessários para passar os elásticos e desisti. 

Optei por espuma EVA. Também não é das melhores coisas por ser pouco resistente, mas sempre ficaram melhor.

Leva três peças de elástico. Uma maior para criar duas filas no interior da lombada que seguram os blocos, uma menor para unir dois dos blocos (que se pode evitar se for preparado de forma a ter três filas de elásticos na lombada) e uma terceira para fechar que sai de um furo a meio da lombada.



Um próximo que faça, será com três filas de elástico que vai necessitar de três furos nos topos da lombada e que tentarei reforçar com ilhoses, seja qual for o material com que faça a capa.

A versatilidade destes blocos consiste em que estando cada bloco cheio, pode retirar-se da capa e substituir-se por um novo em branco. E depois, se for um "planner addicted" pode sempre personalizar o seu TN. Embora os originais sejam em pele e em cores discretas e sóbrias, há de todos os materiais e de todas as cores, sem esquecer todos os acessórios que se podem acrescentar, a gosto de cada utilizador.