Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas.
Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, "A Peste" é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.
Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, "A Peste" é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.
Por conta do livro anterior, o primeiro que li deste autor, não resisti a ler este e provavelmente mais um, pelo menos, se seguirá.
Uma narrativa que nos prende, pela história que vivemos tão real, em alguns factos semelhante, noutros diferente, há pouco mais de cinco anos (e que continuamos a viver, embora, sem lhe dar tanta importância), e que se torna muito mais interessante de ler por ter sido escrita por quem foi. Albert Camus mais uma vez nos mostra toda a perícia de quem escreve de uma forma perfeita e complexa, que não nos deixa com dúvidas nem com ideias de "poderia ter sido mais" ou "falta aqui qualquer coisa", ou ainda "tanta conversa para nada" como vemos em algumas narrativas. Não é o caso. Tudo o que é escrito e a forma como é escrito completam o que se narra, para que possamos entender melhor o profundo de cada ação e de cada personagem.
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