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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Sacos, sacolas, whatever #3

E assim chegamos ao fim (terceiro episódio) da segunda temporada da série "Despachar tecidos em excesso".
Recapitulando:

Título - Despachar tecidos em excesso
Primeira temporada - Aventais
Primeiro episódio - Avental riscado
Segundo episódio - Avental rendado
Terceiro episódio - Avental primeira infância
Quarto episódio - Avental de barra

Segunda temporada - Sacos, sacolas, whatever
Primeiro episódio - Sacola riscada
Segundo episódio - Sacola florida
Terceiro episódio - Sacola infantil

Desculpem a graça. Não voltarei a repetir.

E aqui está a ultima bolsa que ao contrário das outras que ficarão por casa, para o que der e vier, é uma prenda de natal para uma menina "canininha" guardar o seu pijama ou o que a mãe quiser guardar lá.

Exatamente o mesmo modelo das outras e também usei atacadores para fazer os cordões.




É do padrão do tecido, de certeza, mas achei esta a mais linda!

Acabaram-se as bolsas (pelo menos para já), acabaram-se os comentários televisivos, mas continuam o despachar dos tecidos.
Ainda tenho muitos e muitas ideias a por em prática: individuais, caminhos de mesa, pegas, sacos de guardanapos, etc, etc.
Provavelmente agora que se avizinham as decorações de natal, esse despacho passará a segundo plano (ou não).


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Sacos, sacolas, whatever #2

Este é o segundo episódio, da segunda temporada, da série intitulada "Despachar tecidos em excesso".

Usei tecido que já estava cortado em quadrados (não faço ideia de qual o motivo original para esses quadrado, mas agora serviram).
Um dos lados tem padrões da mesma familia mas ligeiramente diferentes.


O outro lado, tem o mesmo padrão


Voltei a usar dois atacadores para fazer os cordões.









sexta-feira, 8 de julho de 2016

Work in progress

Gosto da frase.
É bom sinal termos work in progress, mesmo sem sabermos quanto tempo até estar concluído.

1 - Actualmente, tenho um saco para transportar os crochet ou tricot em andamento, à espera de asas, mas vai ficar à espera das asas e do tempo mais fresco para o terminar. Acho que não tenho coragem de mexer em lãs neste momento.

2 - Tenho um outro já iniciado há anos (sim, anos) que só espera pelas asas (outra vez?! está-me aqui a falhar qualquer coisa...) e pelo coser dos cantos... este em tecido e pode servir para múltiplos usos.

3 - Também está, muito no inicio (só cortada) uma tentativa de mala...dessa tenho fotos, mas pouco esclarecedoras...

Uma das pontas da peça 


As tiras que espero darão origem às asas

A peça cortada, dobrada e com as tiras para as asas


Com uma das pontas não resisti e cortei para uma carteirinha.

Agora o problema da coisa, é que a minha máquina não deve conseguir coser "carneira". Não sei se me atrevo, pois ainda há duas semanas parti uma agulha a tentar coser uma bainha mais grossa que o costume.
Para resolver, tenho que levar a peça cortada ao sapateiro - explicar o local da costura e após a costura, a dobra das laterais para dar volume ao fundo e depois o local onde coser as asas e depois.... e depois....

Tudo isto já por si é areia demais e piora porque não tenho um sapateiro ao pé de casa.
Vou tentar a costureira do sitio que tem máquinas industriais e quem sabe....

Mais ou menos isto é o que eu pretendo..... será que consigo lá chegar?


Para além disto tudo, queria fazer umas toalhas ou individuais para a mesa da cozinha, uma blusa para mim e tentar despejar o cesto onde tenho as costuras domésticas - fazer bainhas, coser botões, etc, etc.



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Quem não tem nada que fazer, faz sacos...

Há três artigos que me dão um certo gosto fazer, bolsas, sacos e fronhas de almofada.

Dependendo dos tecidos em causa, pode sempre sair um destes. As fronhas necessitam de ser cozidas à máquina, por uma questão de tamanho e como tal, para passar um bocadinho ocupada ao serão, não sendo nada de crochet, saem bolsas ou sacos.







Não tem largura de fundo, porque o tecido era pouco, mas serve para guardar crochets e acessórios ou transportar livros.
Tem dois bolsos na frente, forrados com o mesmo tecido do interior.
As asas não são do mesmo padrão, mas para aproveitar quatro quadrados amostra de tecidos. Dois para as laterais, dois para as alças, dobradas e reforçadas e dois quadrados com os moinhos, que me tinham dado.




Este tinha muito tecido e tem largura de fundo e serve neste momento como necessaire para os artigos de higiene do "canito". Foi um retalho que já tinha comprado há mais de dois anos e continuo a ter o suficiente para mais uns quantos sacos iguais.


Ambos cosidos à mão, que isto de estar confortavelmente sentada no sofá, não permite outras atividades, que não estas ou ler.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Nem só de malas (de pele) vive a mulher...

Quando publiquei a mensagem anterior, lembrei-me dos acessórios que nos acompanham ao longo das modas e no caso das mulheres, há um que se não 100%, pelo menos 99% não abdicam de usar, podendo mesmo ser o único acessório (calçado à parte que muito pouca gente anda por aí descalça): é a mala!

Aquele objecto de que nunca temos o suficiente e que a maior parte dos homens ainda não conseguiu perceber porque temos que ter várias (muitas) de várias cores e feitios.


E gostos à parte, uma boa mala, fica bem com qualquer tipo de roupa. Adapta-se ao visual mais clássico, mais moderno, mais desportivo e até ao mais desleixado (e aí é uma pena, mas pronto!)

Mas... e aí vem a razão da minha publicação, pois longe de mim fazer uma dissertação sobre malas, também há as tote bags (gosto do nome em inglês, pois em português é apenas - sacos) de tecido, que servem para as alturas mais descontraídas em que andamos de ténis ou de chinelos e queremos mesmo dar um ar leve ao nosso visual.

Apesar de ter decidido que não queria acorrentar-me à obrigação de publicar todos os trabalhos que fizesse, ou de fazer trabalhos só para os publicar, não deixo de passear pela NET e de procurar ideias e vi alguns sacos deliciosos que quero partilhar com quem me visita




Para quem gosta de artes manuais é difícil resistir a tanta coisa linda, quando no inicio do Verão teve vontade de ter um saco destes. A sorte é que o verão já passou do meio e com sorte, ou não, a vontade acaba.