quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Blocos de notas ultra rápidos

Nunca vos aconteceu precisarem de tomar notas, e não queriam usar apenas uma folha qualquer?
Não queriam ir comprar um bloco mixuruca, nem dar um dinheirão por um bloco decente numa papelaria? Como se, ter um bloco de notas fosse a coisa mais urgente e importante do mundo?

Eu resolvi essa situação e para não me voltar a faltar tenho dois.



Aproveitei que tinha um bloco de folhas de 100g coloridas e cortei-as em 2. Dobrei cada metade e juntei-as a gosto, criando pequenos blocos (o nr de folhas fica à vontade do freguês).
Para a capa usei um individual em PVC, botões coloridos de plástico e elásticos de cabelo com cor a combinar com o botão e com algumas das folhas a usar no interior.


Passei o elástico pela capa e pelo centro do bloco de folhas. 


Fiz um pequeno corte na dobra, a meio, para o elástico não se desviar muito do seu lugar.


Fica direitinho. Cortei as folhas à mão como se pode ver pelos rebordos. Não cosi o bloco de folhas para ser mais rápido e prático.


Usei outro elástico da mesma cor (opcional) para fechar o bloco e prendi-o em dois botões - um de cada lado. Esses tiveram que ser cosidos, mas nada de extraordinário.


Um relance das folha no interior dos dois blocos.


Cada um deles. Iguais de ambos os lados. Depois é só escolher por onde começar a escrever.



A capa é lavável e o bloco de notas no interior pode a qualquer momento ser substituído folha a folha ou na totalidade.

Espero que tenham gostado.







quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O Boi que Guardava o Sábado (conclusão)


Certo de que tinha a atuação célere e despachada do boi na sexta feira passada, fora apenas um acaso de sorte e conformado se a vontade de Deus era que ele passasse os Sábados enclausurado Nickolai, naquela sexta-feira, só se levantou quando, ainda antes da formatura - obrigatória em cada manhã - vieram chamá-lo para que fosse ao estábulo, pois uma coisa estava a acontecer.

Nickolai chegou ao estábulo e viu Maksim numa inquietação ainda maior que a da semana anterior. Coiceava e dava marradas em tudo o que parecesse estar no seu caminho, como se desejasse sair dali.
Não acreditando no que via, Nickolai atrelou-o à carroça com os barris vazios e mal deu por isso, já o boi se punha em corrida para fora do campo e Nickolai teve que voltar a correr para o acompanhar, sentindo que afinal o acaso da semana passada, era a mão de Deus na sua vida, e agradecendo em pensamento.

Todo o dia foi uma repetição da sexta-feira passada, mas desta vez à saída depois do meio dia para a tarefa da tarde, o cozinheiro que já contava com a situação tinha um farnel para que Nickolai comesse alguma coisa no caminho, mesmo que fosse em passo de corrida.

E o fim do dia chegou com a quota da água dobrada e o Sábado foi dia de descanso para os dois.

Durante oito anos, as semanas sucediam-se desta forma e apesar da repetição, as sextas feiras eram sempre motivo de boa disposição entre os prisioneiros e os guardas.

Um dia, o mesmo oficial com quem Nickolai fizera o acordo, voltou a visitar o campo e ao tomar conhecimento do que estava a acontecer, ordenou que o prisioneiro fosse libertado e no mesmo dia Nickolai viu-se a caminho do comboio que o levaria de volta a casa.

Com a chegada de novos prisioneiros, foi decidido que o trabalho de ir buscar água à nascente, seria tarefa de um dos novos, já que mais ninguém gostava de o fazer, e o novo prisioneiro, limitava-se a seguir o boi que conhecia o caminho e aproveitava para ir na carroça, enquanto os barris estavam vazios, caminhando apenas na volta, quando já vinham cheios e não convinha cansar demais o animal.

Chegou a sexta-feira e quando se ia preparar para se montar na carroça e fazer a sua viagem regalado, Maksim começou a sua corrida das sextas-feiras. Os outros prisioneiros divertidos, entraram em gargalhada geral com a aflição do novo prisioneiro que desatou a correr em desespero atrás do boi.
Nenhum lhe havia contado o que costuma passar-se, por curiosidade em ver se agora que Nickolai não estava, o boi mantinha o hábito de dobrar o trabalho na sexta, e para ver a atrapalhação do outro se isso acontecesse.

Cada vez que a carroça voltava ao campo, o prisioneiro chegava sem fólego, quase sem conseguir respirar - afinal não estava habituado a fazer os quilómetros que distavam o campo da nascente, num passo de corrida e quando finalmente o boi parou no final do dia e ainda sob as gargalhadas dos companheiros, o prisioneiro só dizia entre golfadas de ar:
- Desisto! O boi está possesso! Não há outra explicação!
- Há sim! - ouviu-se uma voz ali perto e todos viram o diretor parado ali perto. - Sabe, aquele pregador de Kiev treinou o velho Maksim durante anos. Nickolai Panchuck recusava-se a trabalhar no sétimo dia de cada semana e estragou o boi com esse negócio. Arruinou-o e ele nunca mais será o mesmo! - O diretor olhou em redor para os outros homens e de novo para o prisioneiro novo - Não tenho dúvida nenhuma. Aquele pregador tornou o boi um guardador do sábado.


E tornou mesmo. Mas não tinha sido obra de Nickolai. Nickolai correra lado a lado com Maksim durante todos aqueles anos para transportar água que fosse suficiente para o sábado. E sempre fora necessária uma sexta-feira de maratona para completar o serviço a cada semana.
O crédito por um fenómeno desses era todo de Deus e Nickolai dizia isso a todos os que quisessem saber a verdade.
Mesmo depois de Nickolai ter saído do campo de prisioneiros para a sua família, a influência da sua vida correta, prosseguiu pelo testemunho de um boi. Maksim continuou fiel aos seus deveres, pronto a ser usado pelo Criador como testemunha em favor do sábado.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O Boi que Guardava o Sábado (2ª parte)



Na sexta-feira, Nickolai desanimado porque não iria conseguir cumprir com o seu objetivo - já que não conseguira mais do que quatro barris extras, quando seriam necessários dez e sabia que o boi não iria compensar naquele dia - porque não tinha conhecimento de que se o fizesse poderia também ele descansar um dia, decidiu entregar nas mãos de Deus o seu destino e deslocou-se para o estábulo para ir buscar o boi e a carroça.

Quando lá chegou o boi, que se chamava Maksim, dava sinais de inquietação, Nickolai achou que seria por estar cansado ou aborrecido por mais uma vez ter que começar a trabalhar antes dos demais, mas quando lhe pôs o jugo e o ligou à carroça, o boi saiu de imediato e começou o seu caminho para fora do campo e na direção da nascente, sem esperar sequer que Nickolai o acompanhasse e este viu-se obrigado a correr para o alcançar e o acompanhar na viagem.

Não soube o que pensar, só pensou em agradecer a Deus por aquela ação, mesmo que ela não lhe garantisse a água necessária, mas pelo menos, percebeu que o seu Deus não o abandonara por completo.
Maksim não voltou a parar no caminho, bebia água na nascente enquanto Nickolai enchia os barris e mal sentia o peso dos barris cheios e atados, desatava a correr de volta para o campo, onde chegava numa inquietação tal que só parava depois de liberto do peso e preparado com novos barris vazios para a segunda volta.
Isto repetiu-se a manhã toda e ao meio dia quando voltavam ao campo, Nickolai deu-se conta de que conseguira numa manhã, a água do dia todo. Com apenas mais mais duas viagens, o normal num dia normal, teria alcançado parte da água necessária para um dia. Não era o objetivo, não lhe salvaria a pele no dia de Sábado, mas animou-o a continuar, mas o boi não quis esperar pelo almoço e sem tempo para comer Nickolai teve que o seguir de novo a correr, pois Maksim já se pusera a caminho.

Todos no campo, começaram a aperceber-se das corridas e divertidos esperavam vê-los chegar em corrida, o que aconteceu cinco vezes naquela tarde.
A guarda do Sábado estava garantida e Nickolai mimou o boi com ração extra e algumas gulodices naquela noite e agradeceu a Deus a Sua providência.

Quando chegou o Domingo, cheio de expetativa Nicholai foi atrelar Maksim, mas este manteve durante todo o dia o seu caminhar lento, calmo e as paragens habituais e Nickolai desesperou - afinal a atuação da passada sexta-feira fora apenas e talvez devida a um acaso - um besouro que lhe picara na orelha, alguma febre que lhe dera, qualquer coisa que o fizera andar a correr e agora não existia mais.

Fez o seu horário normal, mesmo levantando-se antes dos outros e terminando depois, nunca conseguiu que Maksim fizesse mais que cinco viagens por dia e decidiu aceitar o seu destino. Na sexta-feira não quis sequer levantar-se mais cedo e mesmo quando começou a haver o rebuliço da matina no campo, ainda estava deitado - cansado, desesperado e decidido a acatar o seu castigo do dia seguinte.
Se Deus queria que ele passasse os Sábados enclausurado, passaria.
Entendia que se achara presunçoso em conseguir trabalhar mais que os outros e que não entregara o assunto nas mãos de Deus. Mas estava triste. Afinal aquilo tudo era para honrar a vontade do Deus que amava e Ele não estava a ajudá-lo.

O melhor fica para o fim e voltarei ao relato no próximo post.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

O Boi que Guardava o Sábado (1ª parte)



Nicholai Panchuk era pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Kiev. Responsável por várias igrejas e grupos, foi preso pelo KGB que exigiu que ele denunciasse a localização dessas igrejas e os locais de culto dos vários grupos. Se essa denuncia fosse levada a cabo, os seus membros seriam caçados e sujeitos ás mesmas atrocidades que Nicholai estava a experimentar desde que fora preso.

Negando-se a fazer a denuncia, explicando que as pessoas confiavam nele e dependiam dele e de forma nenhuma as iria trair, foi condenado à detenção num campo de prisioneiros na Sibéria.

Numa viagem de comboio de mais de dez dias, tentava imaginar o que lhe reservaria o futuro, mas nunca lhe pareceu muito brilhante e cada vez que orava, entregava tudo nas mãos do seu Criador, imaginando que morreria cedo e em horríveis condições.

A vida no campo, começava mal amanhecia e isso acontecia antes das cinco da manhã (no verão) e terminava mal o sol se punha, muito perto das onze da noite. Não havia muros, nem grades, nem guardas armados e Nicholai imaginou porque seria - quem se atreveria a fugir dali? Para onde iria e como conseguiria sobreviver ao isolamento, à falta de mantimentos e à distância de centenas de quilómetros até à povoação mais perto, sempre correndo o risco de ser atacado por lobos siberianos.

A primeira sexta-feira chegou, sem percalços e quando anoiteceu Nicholai experimentou a primeira angustia física e psicológica, a sério. Como iria, prisioneiro num campo daqueles, guardar o Sábado - se a sua religião o proibia de trabalhar ao Sábado e ali, não havia lugar a folgas ou dias santos?
Depois da formatura matinal e diária, em vez de se deslocar para o seu local de trabalho habitual, voltou à caserna e decidiu de joelhos, entregar o dia em oração, nem mesmo saindo para comer.

No final do dia, deram por falta dele e começou o inicio de dois anos de constantes torturas.

Era encerrado numa caixa de madeira, no estábulo, onde ficava sentado sem se poder mexer, durante 10 dias. Na primeira vez não teve direito a nenhum tipo de alimento ou água e nas outras vezes, recebia água uma vez por dia e pão escuro na mesma altura. A sua única companhia era o boi que servia para transportar a água para o campo desde uma nascente, todos os dias da semana e à noite recolhia ao estábulo para descansar. Nickolai perguntou várias vezes se era este a forma que o seu Deus lhe dera para que ele guardasse o Sábado.

Com a visita de um oficial ao campo, que ficou chocado com aquela tortura, Nickolai foi libertado dela e após dois anos e conseguiu finalmente dizer que não queria deixar de trabalhar, até não se importava de trabalhar mais horas diárias que os outros, só queria descansar no dia de Sábado, porque queria fazer a vontade de Deus.
Escutando e quase divertido, o oficial fez um acordo com Nickolai. Passaria a trabalhar no transporte da água - única tarefa no campo que poderia parar um dia, se nos outros dias conseguisse transportar água suficiente para colmatar a paragem.
Em cada dia o boi fazia cinco viagens à nascente, de onde trazia no final do dia dez barris de água, para o dia seguinte. Se Nickolai conseguisse durante a semana fazer uma viagem a mais por dia, garantiria a água do dia de Sábado.
Mas para isso teria que fazer viagens rápidas e ao fim do primeiro dia percebeu que o boi não estava para isso. Mantinha o seu andar calmo e lento, parando onde lhe apetecia para comer capim e Nickolai entrou em desespero. 
Nunca iria conseguir a água necessária para o dia de Sábado. Tinha que obrigar o boi a fazer a sua vontade e não a dele. Tinha que arranjar forma de obrigar o boi a andar mais depressa, nem que para isso tivesse que o impedir de parar para comer no caminho.  Nesta altura, viu-se no papel do diretor que queria que ele Nickolai fizesse a sua vontade e não a própria e orou em desespero, pedindo perdão pelo exagero e por ter achado que tinha condições para cumprir com a promessa feita ao oficial e pedindo forças para aguentar a próxima sessão de tortura que começaria mal chegasse o próximo sábado.

Devido ao longo da coisa, continuará no próximo post.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O Boi que Guardava o Sábado


Confesso que à primeira vista, não me seduziu este título.
Primeiro porque achei que era um livro para crianças e depois porque achei o título ridículo, se não fosse para crianças.

No rol de livros emprestados, havia este, mas como estava emprestado à minha mãe, não me preocupei por não o levar comigo. Quando li um comentário sobre ele no Instagram, pensei que se calhar era melhor ler. Trouxe-o comigo no Sábado, comecei a ler ao serão, li na tarde de Domingo e terminei no serão de Domingo.

Adorei. Independente das crenças de cada um, é um livro que contém três testemunhos vividos pelos seus personagens e as histórias são deliciosas. É constituído por três histórias, passadas em zonas da União Soviética.

Antes de dar inicio ao livro propriamente dito, gostaria de assinalar, para quem não sabe ou não se lembra, que a "Perseguição aos Cristãos na União Soviética ocorreu ao longo da história da União Soviética (1922-1991). As autoridades soviéticas suprimiram e perseguiram, em diferentes graus, várias formas de cristianismo, dependendo do período particular. A política marxista-leninista soviética defendia consistentemente o controle, supressão e a eliminação de crenças religiosas, e encorajou ativamente o ateísmo durante a existência da União Soviética.
O estado estava comprometido com a destruição da religião e demoliu igrejasmesquitas e sinagogas, ridicularizou, perseguiu, encarcerou e executou líderes religiosos, inundou as escolas e meios de comunicação com ensinamentos ateus, e geralmente promovia o ateísmo como uma verdade que deveria ser socialmente aceita. O número total de cristãos vítimas de políticas atéias do estado soviético foi estimado na faixa entre 12-20 milhões."
O texto em itálico foi transcrito da Wikipédia, apenas para vos direccionar à época em que os testemunhos descritos neste livro, tiveram parte.


Este livro descreve a fidelidade de cristãos durante tempos de perseguição e a incrível participação de animais que foram usados por Deus para ajudá-los. Em condições desafiadoras, cada uma dessas testemunhas colocou sua confiança em Deus e demonstrou um apego inquebrantável à fé, sem levar em consideração o custo.

Se nós achamos que somos bons cristãos, cumpridores e certinhos, fiéis na nossa fé, imaginemo-nos na pele dos personagens destes testemunhos e pensemos - honestamente - se conseguiriamos continuar a ser bons cristão, cumpridores, certinhos e fiéis quando a nossa vida ou a nossa integridade fisica estão em risco.
Sob as mais severas condições, desde um campo de prisioneiros na Sibéria, onde as condições de vida mesmo sem outro tipo de tortura são atrozes, a uma prisão em que não se sabe se e como se sairá de lá, estes testemunhos de fé inabalável, servem para nós fazermos um auto exame e tentarmos descobrir até onde iríamos para manter e testemunhar da nossa fé - seja qual for a religião em causa, porque todas sofrem contrariedades e ataques de outras partes.

Não devemos fazê-lo, mas no próximo post - para não alongar este demasiado - vou ser spoiler, pois sei que a maior parte de vocês não irá ler este livro, por várias razões - e espero vir a estar enganada - e vou resumir a primeira história que dá o título ao livro, já que o livro é constituído por três histórias.




Leituras de férias

Como já tinha dito consegui (quase) por a leitura em dia


O primeiro grupo de livros, é sobre doutrina bíblica. Os aspetos que por vezes deixamos passar ao lado, mas que através da bíblia podemos perceber como se encaixam na história da humanidade e a razão porque estão lá, aceites por uns, desvirtuados por outros.

O segundo grupo constituído pelos dois últimos livros, são livros de auto-ajuda, baseados nas verdades bíblicas que nos podem servir para nos ajudar, desde que dediquemos algum tempo a tentar compreendê-las e a aceitá-las como ferramentas para o nosso bem estar.
Auto ajuda, nunca foi o meu tipo de leitura prioritário, mas estavam no grupo dos livros a ler que me foram emprestados e de forma nenhuma queria desfeitear quem os emprestou.




Daniel verso por verso - Henry Feyerabend
Daniel nunca perde a atualidade. Ainda é referência de regime alimentar e estilo de vida. O livro transcende sua época com revelações surpreendentes sobre o futuro da humanidade. Lendo Daniel, obtém-se ampla visão das profecias bíblicas e superdose de confiança em Deus. Conheça a dieta de Daniel e seus companheiros, o destino de Israel, a magnífica Babilônia, o papel do anticristo na História, a vinda do Messias, o que é fim do mundo, o julgamento dos homens, a saída para liberdade e vitória, e muito mais.


Apocalipse verso por verso - Henry Feyerabend
O Apocalipse tem fama de ser um livro misterioso. Mas, com as chaves certas, é possível decifrar seus símbolos e apreciar sua mensagem. Com a ajuda deste comentário, você ganhará uma nova visão sobre: As filhas da Babilónia mística, os 144 mil, os quatro cavaleiros misteriosos, o monstro que surge do abismo, o significado da Revolução Francesa, o papel dos Estados Unidos na profecia, o número 666 e muito mais.



Guia de sobrevivência para os tempos do fim- John C.Brunt
“Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” (Mt 24:4-6).
SALVO NOS BRAÇOS DE UM DEUS DE AMOR
O aviso de Jesus tem ecoado por todas as eras. Enganos, guerras, pragas, pestilências, perseguições – tudo isso compõe o cenário dos últimos tempos. A cada dia, testemunhamos mais e mais evidências de que o fim está próximo. Mas quanto tempo o mundo ainda durará? Quais serão os eventos-chave que darão forma ao fim da história da Terra? Será possível sobreviver? Encontre as respostas que você tem procurado neste estudo baseado na Bíblia, que revela verdades sólidas sobre o tempo do fim. Nesta jornada, você descobrirá que não é o que você conhece, mas quem você conhece, que o ajudará a sobreviver ao Armagedom e até mesmo almejá-lo.
John C. Brunt tem sido pastor, professor e escritor por muitos anos. Seu desejo é partilhar as verdades acerca dos últimos dias afim de dar esperança àqueles cujo coração está cheio de medo e incerteza.



Tantas religiões, porquê? Se a bíblia conta a verdade... - Henry Feyerabend
A história da igreja cristã à luz da bíblia.
Como após o inicio do cristianismo segundo os ensinos de Jesus Cristo e durante anos transmitidos pelos seus apóstolos a todos os povos, línguas e nações, esses ensinos começaram a ser desvirtuados e a ser substituídos por ensinos dos homens, preparados e criados pelos homens, para darem autoridade a quem não a tinha e justificar atos que não eram corretos.



O Sábado na Bíblia - Alberto R.Timm
Neste livro, o autor destaca a atualidade do sábado e mostra que o dia bíblico de adoração é mais do que um simples feriado semanal. É um canal das bênçãos divinas e um sinal de lealdade ao Criador. Por isso, precisa ser redescoberto no mundo contemporâneo. Ao fim da leitura, você concluirá que Deus realmente instituiu o sábado para benefício de toda a humanidade, em todos os tempos e lugares. E sentirá o desejo de entrar nesse magnífico santuário de Deus no tempo.





Ira sob controle - Larry Yeagley
As histórias são diferentes, mas o estado emocional é o mesmo: ira. Às vezes, as pessoas se sentem tão transtornadas que nem se lembram da sensação de estar em paz. Mas existe esperança além da ira. Descubra como romper o hábito da ira e experimente a transformação radical que se origina em dar e receber perdão. Comece do princípio e aprenda a controlar a ira, a desevencilhar-se do rancor e a sentir-se livre.



Eu perdoo, mas... porque é tão dificil? - Lourdes E.Morales
Você menciona uma ofensa a um amigo, lembra-se como o incidente afetou sua vida e, depois, sente-se culpado. Por que? Porque você é um cristão. Os cristãos devem perdoar e esquecer, certo? Este livro é para as pessoas que creem que perdoar é importante, mas que não podem entender o que realmente é o perdão. Ele é para aqueles que sentem uma dor profunda e não sabem como enfrentá-la. Abra as portas para a renovação interior e a reconciliação.

Não vou fazer mais nenhum resumo do que está sob cada um dos livros, nem vou dar a minha opinião livro a livro.
Em especial do primeiro grupo de livros, são livros que provavelmente farão mais sentido para  quem acredita nas verdades bíblicas, para quem gosta de ler a bíblia até só por ler, ou até para quem se interessa por história. Mas estão lá explicações que todos deveriam conhecer.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Mala em tecido plastificado

Parecia, mas não, não abandonei o blogue.
Apenas estive demasiado ocupada para conseguir aqui vir, mesmo que fosse apenas para visitar outros.

Agora, a coisa acalmou e também estive de férias que apesar deste calor todo e de umas visitas à praia, deram para por umas coisitas em dia. Leitura e trabalhos manuais. O que foi muito bom!

Vamos primeiro aos trabalhos manuais:

Há uns dois meses atrás comprei material para meter mãos à obra. No mesmo dia cortei moldes e deixei tudo à espera...




Durante as férias, alinhavei unindo o tecido plastificado do exterior com o miolo. Convém antes de finalizar, ou vai cada coisa para seu lado. Calculava que escorregava, mas só confirmei essa desconfiança, quando numa das vezes estava tudo em andamento e me dei conta de alguma coisa estava torta. Mas adiante...

Depois de alinhavar exterior e miolo, coser forro, montar o exterior todo, unir o forro, virar e endireitar, saiu isto...






Porque tenho a máquina de costura à espera de ir ao médico (ainda - por preguiça mesmo) cosi tudo à mão. Não é nada de extraordinário até porque todos os tecidos usados na confeção são macios, mas em vez de demorar duas ou três horas a fazer tudo, demorei quase dois dias... com intervalos, claro.
Esqueci de fotografar a parte de trás (onde está um bolso com fecho) e as laterais (onde estão as peças que seguram as asas. São iguais às peças da frente, mas estão dobradas, para sustentar a argola de onde sai a asa.

Não é a coisa mais magnifica, nem de outro mundo, mas gostei muito do resultado final. É muito leve e com as dimensões de 30cm de frente x 25cm de altura x 13 cm de largo, cabe lá tudo que eu costumo carregar na mala e mais. E além disso, não têm noção de quão leve é!!

Só há um pormenor que na altura não pode ser resolvido - oportunamente trocarei a asa por uma em castanho. Ficará melhor!


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Salada de batata doce e cogumelos



Não sou vegetariana, mas gostava de ser. A 100%, porque de vez em quando até sou...
Não tenho qualquer problema em deixar de comer carne e peixe, porque gosto de todos os outros alimentos. Acho.

Lá em casa há contras e  prós: 
O filho e o marido não alinham, um porque é esquisito e o outro porque é esquisito. Fiz-me entender?
O filho gosta de muito pouca variedade e se não fosse a sopa que tenho que o obrigar a comer (ainda!) não comia legumes. Varia muito pouco na fruta e sempre sob coação.
O marido gosta de variedade e de muita coisa mas ninguém lhe tira a carne e o peixe, que ele não deixa.
A filha é menos esquisita, e embora goste de carne, não gosta muito de peixe e alinha nas novidades com alguma facilidade.

Os prós existem desde sempre - quando o pessoal (por pessoal refiro-me ao marido, porque os filhos ainda comem o que eu quero, na maior parte das vezes) quer comer coisas que eu não como, ou porque não gosto ou porque não como e pronto, passarei a fazer vegetariano para mim. Já antes fazia comidas diferentes em algumas das refeições/dias.

Testei esta salada no Domingo e apesar de ter saído diferente da fotografia da revista do Continente, de onde copiei - já que os palitos de batata doce que eu usei se desfizeram -  ficou muito boa!
Para além dos palitos de batata desfeitos, uma das gemas escapuliu-se quando a posei na cama que lhe tinha preparado. Apanhei-a depois no prato.



segunda-feira, 30 de abril de 2018

O Bom Samaritano

Dando seguimento à rubrica que fez a penúltima publicação do blogue já encerrado, avancemos com mais uma história que Jesus contou e que tem tudo a ver com a publicação anterior deste blogue. Não se intitula parábola, porque pode ter sido relato de uma situação real, ocorrida.

Lucas 10:25-37


Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?”
“O que está escrito na Lei?”, respondeu Jesus. “Como você a lê?”
Ele respondeu: “‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”.
Disse Jesus: “Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”.
Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “E quem é o meu próximo?”
Em resposta, disse Jesus: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. 31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. 32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. 33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. 34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. 35 No dia seguinte, deu dois denários[c] ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’.
“Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”
“Aquele que teve misericórdia dele”, respondeu o perito na lei.
Jesus lhe disse: “Vá e faça o mesmo”.

Temos quatro personagens nesta história: um pobre infeliz judeu que foi atacado por ladrões e ficou quase morto à beira da estrada; o sacerdote, consagrado a Deus, que vinha de servir no templo, após um dia de orações e sacrifícios, mas tudo indica que deixou Deus no templo e não fez caso do pobre infeliz, quase morto à beira do caminho; o levita, descendente de Levi, tribo separada para os trabalhos no templo, deveria no seu coração sentir necessidade de ajudar um infeliz, mas deixou-o sem assistência; o samaritano, uma mistura de judeu e gentio, odiado pelos judeus, foi o único que se dispôs a ajudar aquele homem indefeso e fez tudo o que pode por ele.

O relato é uma bela explicação da lei de amar ao próximo como a nós mesmos, sem acepção de nação, partido, nem outra distinção. Também estabelece a bondade e o amor de Deus nosso Salvador para com os miseráveis pecadores.
É o nosso dever, em nosso trabalho e segundo a nossa capacidade, socorrer, ajudar e aliviar a todos os que estejam em apertos e necessitados.

Ser voluntário é estar sempre comprometido com o bem estar alheio, seja em que circunstâncias for.

Voluntariado

                                               

Confesso que a ideia do tema não é minha, embora me seja muito querida.

Li-a em dois blogues no mesmo dia, em formatos diferentes, de pessoas com idades e vivências diferentes e publicações de datas diferentes.

Achei que deveria partilhar os links para quem quiser ir ler.

Ser voluntário é...

Meu comentário:
Se amamos verdadeiramente os outros, somos voluntários, mesmo que seja em atos de que nem nos demos conta. Sou voluntária da Adra (Associação Adventista para o Desenvolvimento Recursos e Assistência), na delegação da Póvoa de Santa Iria há três anos e quero continuar.


Voluntariado: fazer ou não fazer?

Meu comentário:
Ser voluntário - um verdadeiro voluntário, porque os há dos outros - é deixar que o amor genuíno que temos pelo próximo, passe a ações! Com isto quero dizer que deve ser bom ser voluntário nessas grandes organizações e causas, onde tanta gente precisa de ajuda, mas um gesto de amor por um sofredor que nos aparece pela frente, é um gesto voluntário para diminuir o seu sofrimento.


Com conclusão, partilho o lema da Adra, pelo qual podemos perceber que não precisamos de grandes atos para sermos chamados voluntários.

MUDANDO O MUNDO, UMA VIDA DE CADA VEZ.

(imagens recolhidas da net)




sexta-feira, 27 de abril de 2018

O Blogue do Meu Coração



De vez em quando dá-se-me assim umas coisas e tomo decisões... já me aconteceu arrepender-me e voltar atrás, já me aconteceu arrepender-me e não voltar atrás, ainda assim... tomei esta decisão.

Devido a tanto o que temos para fazer, no dia a dia, está a tornar-se cada vez mais difícil manter uma certa assiduidade nas publicações e não gosto de ter um blogue onde escreva apenas uma vez de vem em quando...

Como tal, encerrei o outro blogue que tinha e onde costumava publicar opiniões sobre livros. 

Uma vez que o meu primeiro amor - o blogue do meu coração é este 



e dura há dez anos, vou mantê-lo, e como o motivo que o fez criar está a esmorecer - pela falta de tempo já referida - vou passar a publicar nele TUDO o que na hora me aprouver, ou seja, também, o que antes publicava no que encerrei.

Por isso, peço aos meus queridos seguidores - a quem agradeço todo o tempo que perdem por aqui - que tenham paciência e não se aborreçam se aparecerem publicações de temas diferentes dos que estavam acostumados.

Poderão encontrar publicações que lhes interessem mais e outras menos, e outras ainda nada, mas prefiro assim, ter apenas um e tratá-lo como merece.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

Livro - O Poder da Esperança

No meio dos nossos afazeres, domésticos, trabalho, artes de tempos livres, às vezes é difícil conseguir um pedacinho de tempo para ler, mas quando gostamos e queremos, desdobramos-nos e até conseguimos.

E quando os livros não são muito grandes, torna-se mais fácil, para não ficarmos perdidos a meio da leitura - embora eu ainda assim, prefira os livros "grossos".

No entanto, e porque gosto que toda a gente leia... e se puder contribuir tanto melhor - tenho exemplares deste livro, de apenas 133 páginas, para oferecer a quem manifestar interesse e quiser receber.

Podem ver no meu cantinho da leitura AQUI  o resumo que lá está.



Não é porque me quero desfazer deles, é porque esta foi a única forma que encontrei de fazer chegar este livro a outras pessoas que não estão fisicamente ao pé de mim...



quarta-feira, 14 de março de 2018

Eu e as cozinhas

Este blogue não é de forma nenhuma um blogue de decoração, mas como é um blogue para eu publicar o que me dá gosto e me apetece, vou falar de cozinhas.
De vez em quando, é tema que se repete.

Acho que me vou repetir, mas já disse aqui que não gosto dos azulejos da minha cozinha, mas ainda não houve possibilidade de os trocar, ou tapar, por isso, ali estão eles todos os dias a darem-me os bons dias.
Para me esquecer deles, vou pintando os armários e já vou na segunda cor. Como estão a precisar de nova pintura, chega a minha indecisão: manter (não sei se acho igual o tom de verde água), repito a anterior (que é um beije fácil de encontrar) ou pinto com nova cor (por exemplo um tom de azul)?

Mas não foi para isso que vim publicar esta mensagem, foi para saber que tipo de cozinhas vocês gostam mais. Rústicas, modernas, cheias ou clean (no termo adequado ao post porque limpas todas gostamos)? Isto por conta de um comentário que fiz num blogue sobre cozinhas.

Escolhi umas quantas fotografias de cozinhas que tirei DAQUI











Eu pessoalmente gosto de cozinhas personalizadas, coloridas e cheias de história, sensações e recordações e acho que uma cozinha "clean" não permite isso.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Dia da mulher ou dia desta mulher


Ontem no dia da mulher... fiz o que faço todos os dias, ou quase todos, da semana:

Levantei às 6:20 e fui passear os cães, mais o marido. Chovia!


Cheguei a casa, enxuguei os cães, sacudi o lençol que tenho aos pés da cama para quando eles querem ser gente e fui tomar banho.

Às 7:05 dei comer aos cães e fui tomar o pequeno almoço.

Às 7:25 estava a ler a minha Meditação Matinal, fiz a primeira oração do dia e sai para o trabalho.





Caminhei cerca de dois quilómetros e às 7:55 estava a entrar no escritório. Trabalhei até às 12:00, quando saí para almoçar.

Caminhei os mesmos quilómetros de volta e a meio fui à loja.

Cheguei a casa fui passear um dos cães, que o outro já tinha ido com o meu filho e de seguida almocei.

Saí de casa às 12:50, caminhei os mesmos dois quilómetros e cheguei ao trabalho às 13:05. Trabalhei até às 16:40 e saí.

Caminhei os mesmos quilómetros de volta. Fui à loja e cheguei a casa.

Passeei os dois cães (um de cada vez que não tenho pedalada para os passear em par) e fui a outra loja porque o pão mole só chega depois das 17:00.


De volta a casa, dei um jeito no que estava desarrumado, avancei com o jantar, apanhei roupa mais ou menos seca que coloquei no interior em estendal aquecido (só coisa fina) e estendi o que tinha sido lavado.

Tomei banho, pus a mesa para o jantar, dei comer aos cães.

Às 20:30 estava a passar a ferro, às 21:30 acabei.

Voltei a sair para passear os cães, com o marido (uma repetição da manhã). Chovia!

Cheguei a casa, às 22:00, enxuguei os cães e fiz um chá. Finalmente - repito, finalmente!! - sentei-me no sofá a saborear o meu chá, a dar uma olhadela na televisão, mas especialmente a ler.

Deitei-me cerca as 23:30, depois da ultima oração do dia e adormeci- que eu adormeço rápido.

Com poucas variantes, este é um dia normal para esta mulher!  E ainda assim, tenho tudo para estar grata a Deus!!

Resumo: Gasto o dia a passear os cães, a subir e descer escadas (que tenho 3 lances de escadas da rua até casa) e faço de caminho entre casa e trabalho 8 quilómetros todos os dias.
Atividade não me falta, mas há dias em que me canso, como a outra gente e ontem foi um deles!




sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Restauro de móveis - mesa de pão

E para não ficarem a pensar muito na saia do ultimo post, resolvi terminar a semana com uma coisa diferente.
Não sou muito boa recuperadora de coisas como a nossa blogueira amiga Val do blogue L'Avion Rose.
Gosto de coisas antigas, velhas e não tenho qualquer problema em aproveitar o que outros não querem, e até vejo sempre as possibilidades que terão, mas quanto ao restauro e transformação fico-me mesmo por pinturas e já está.

Com a mudança de instalações da empresa onde eu trabalho, descobri no armazém uma mesa de pão que existia na empresa quando eu para lá fui há quase vinte anos, onde costumava estar a máquina do café e afins.

Tem o tampo um bocado maltratado, por anos de acidentes aquáticos e nenhuma manutenção, mas tenho uma ótima ideia para ela.





Para já, vai ser lixada no tampo com lixa grossa, na tentativa de disfarçar os danos e lixa mais fina no resto, só para tirar o pó pois apresenta-se sem outros danos.

Depois, provavelmente será envernizada, se nada mais me ocorrer e vou dar-lhe bom uso. 
Ou seja, há falta da tal escrivaninha que falei aqui e que mostro abaixo, que é o meu sonho de consumo, vou colocá-la num lugar estratégico da minha sala, e passará a guardar a minha tralha toda, para que fique fora da vista dos desinteressados. Só não tem gavetas, porque de resto...