segunda-feira, 25 de julho de 2016

Do laboratório para ... a cozinha


Existem uns suportes de bancada, que nos laboratórios são utilizados para guardar pipetas

Existem de vários feitios, mas lembrei-me que o que tem o feitio igual ao de cima, é ideal para criar uma pequena prateleira de bancada para expor tudo o que nos lembrarmos



Testei com utensílios para chá e potes de compota e como expositor de cactos. 
Para já venceu o primeiro e ficou ao pé da minha central de café e chá.



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Individuais, sousplat ou jogo americano

Chamem-lhe o que quiserem que o resultado é bom da mesma maneira.

Gosto de individuais como alternativa às toalhas de mesa, por várias razões. Uma delas que apenas a mim me diz respeito, mas eu partilho. De que me serviria o blogue se não fosse para isso?

As toalhas são desde sempre um must nas mesas (para quem gosta, claro) mas têm um contra: costumam ir além das abas das mesas e ficam susceptíveis de serem puxadas por alguns bichos de estimação que cresceram, chegam sem problemas à mesa e são gulosos. Acho que me expliquei.

Também já pensei em toalhas que cobrissem apenas o tampo da mesa mas isso ainda é um projecto em estudo.

Como tal, os individuais são a melhor alternativa à toalha, desde que não nos incomodemos de ficar com partes da mesa expostas (daí o tal projecto da toalha com a medida do tampo, mas lá iremos um dia destes).

Pela NET fora encontramos de tudo e passo a partilhar algumas imagens:







Falta de boas ideias não temos. Basta escolher e adaptar ao nosso gosto.

Também os há em crochet (que para mim serão mais marcadores do que individuais) 






Autênticos naperons, diria a minha filha que tem qualquer coisa contra os ditos.
Mas como eu não me incomodo com as opiniões alheias, acho que vou experimentar  fazer uns que vi, muito simples e que a única coisa que têm de especial são as cores.



Umas boas voltas de abertos e fechados com uma linha grossa ou o barbante que as blogueiras brasileiras tanto apregoam e sai coisa boa de certeza. Com a possibilidade de lhe dar o tamanho que quisermos apenas com mais algumas voltas.

Tirei o esquema do blogue Tricot da Wanderly, por mero acaso, porque existe em dezenas de outros blogues.



quarta-feira, 13 de julho de 2016

Ondas em Água Doce #2



Apeteceu-me dar este título, porque não sei que outro lhe dar.

Os blogues são um fenómeno que vive das publicações dos seus autores, sejam elas pontuais ou frequentes de acordo com a capacidade e a personalidade de cada um.

Embora seja sempre bom ler comentários, não podemos esperar tê-los só para manter o blogue.
Ou gostamos de escrever e mantemos o blogue para partilhar as nossas ideias, mesmo sem que alguém nos comente, ou não conseguimos resistir à solidão e deixamos de ter o blogue.
Tem a ver com a capacidade de encaixe de cada blogger.

O que me levou a esta publicação, são as publicações que são comentadas e quem as publicou não se dá ao trabalho de responder a esses comentários.

Parece-me muito, escrevo o que me apetece porque me apetece e nem quero saber a tua opinião!

Acho eu, que se publico (partilho) uma coisa, seja o que for e alguém se deu ao trabalho de a ler e de a comentar, devo-lhe pelo menos uma resposta a confirmar que li o comentário.

Há blogues que visito amiúde, às vezes, comento e sempre obtenho mais tarde ou mais cedo uma resposta, seja dirigida aquela publicação ou não. Há outros que visito de vez em quando, nem sempre comento e quando o faço obtenho sempre uma resposta.

E depois há os outros... visito com alguma frequência, e costumo comentar todas as publicações que me agradam, a dar a minha opinião e nunca, mas nunca obtive uma única resposta.

Vale a pena continuar a gastar o meu latim?

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Work in progress

Gosto da frase.
É bom sinal termos work in progress, mesmo sem sabermos quanto tempo até estar concluído.

1 - Actualmente, tenho um saco para transportar os crochet ou tricot em andamento, à espera de asas, mas vai ficar à espera das asas e do tempo mais fresco para o terminar. Acho que não tenho coragem de mexer em lãs neste momento.

2 - Tenho um outro já iniciado há anos (sim, anos) que só espera pelas asas (outra vez?! está-me aqui a falhar qualquer coisa...) e pelo coser dos cantos... este em tecido e pode servir para múltiplos usos.

3 - Também está, muito no inicio (só cortada) uma tentativa de mala...dessa tenho fotos, mas pouco esclarecedoras...

Uma das pontas da peça 


As tiras que espero darão origem às asas

A peça cortada, dobrada e com as tiras para as asas


Com uma das pontas não resisti e cortei para uma carteirinha.

Agora o problema da coisa, é que a minha máquina não deve conseguir coser "carneira". Não sei se me atrevo, pois ainda há duas semanas parti uma agulha a tentar coser uma bainha mais grossa que o costume.
Para resolver, tenho que levar a peça cortada ao sapateiro - explicar o local da costura e após a costura, a dobra das laterais para dar volume ao fundo e depois o local onde coser as asas e depois.... e depois....

Tudo isto já por si é areia demais e piora porque não tenho um sapateiro ao pé de casa.
Vou tentar a costureira do sitio que tem máquinas industriais e quem sabe....

Mais ou menos isto é o que eu pretendo..... será que consigo lá chegar?


Para além disto tudo, queria fazer umas toalhas ou individuais para a mesa da cozinha, uma blusa para mim e tentar despejar o cesto onde tenho as costuras domésticas - fazer bainhas, coser botões, etc, etc.



sexta-feira, 1 de julho de 2016

E que tal viver no campo?

Há alguns anos atrás (ainda os herdeiros eram criançolas) o maridão, falava que quando se reformasse iria viver para a terra - entenda-se terra por uma vilareca no meio do baixo alentejo.
Eu ficava a bufar por dentro. Era só o que me faltava ir morar para o meio de nenhures!

Com o passar dos anos e com a idade da reforma a apresentar-se cada vez mais longínqua (??) nunca mais falou no assunto e agora sou eu que - não falo - mas penso que até gostava de ir morar para o meio de nenhures (perto de acessos, de estradas, ou de paragens de camionetes, claro está).

O que eu queria mesmo era ter uma casa com quintal e rodeada de árvores, atalhos e verde por todo o lado,
Estou cansada da vida citadina e atenção que a cidade onde eu vivo não é o supra sumo do urbanismo, mas não tem espaços verdes para onde possamos fugir de vez em quando. E há dias de neura, embora não seja muito dada a neuras, em que me apetece fugir e desatar a correr.

Ora não vou fazer isso nas ruas do sitio onde vivo. Além de me conhecerem e correr o risco de acharem que pirei, é tudo a subir e a descer.








Imagens retiradas da NET (algures) e apenas meia dúzia para lavar a vista.

Desculpem o desabafo, mas acho que estou cansada dos 80km diários para ir e vir do trabalho e estou a precisar de férias que ainda não estão à vista!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Séries policiais


Não costumo pronunciar-me acerca do tipo de televisão que vejo, mas gosto imenso de séries. Policiais de preferência. 

Miss Marple 

Hercule Poirot


 Sherlock Holmes - embora seja tema que dê para N séries em N épocas, a minha preferida é a que tem Jeremy Brett como Sherlock Holmes

Midsomer Murders - mais recente, mas não sei se é pelo ambiente da Inglaterra rural fascina-me

Ripper Street - vejo, mas é demasiado negro... e se não fosse o ator  que encarna o papel do Inspector Edmund Reid, não sei se via. Este ator ou será o personagem (?) transmite-nos uma certa calmaria, no meio daquele negro do tema e do ambiente, envolventes à coisa.


E ontem, descobri uma nova, da mesma altura de Sherlock Holmes e de Ripper Street e acho que apenas com um episódio, fiquei fã.

Houdini & Doyle
No final do sec.XIX, inicio do sec. XX, a policia metropolitana estava a "afogar-se" em casos tão bizarros que pediu ajuda a agentes externos - Houdini e Doyle, que colaboram com a Scotland Yard em alguns crimes inexplicáveis e por resolver.

Será dos personagens? Arthur Conan Doyle - o autor de Sherlock Holmes, Harry Houdini o mágico mais carismático e maior mestre de fugas de sempre e Adelaide Stratton a primeira agente feminina da policia (que na realidade, acho que não tinha esse nome).
Entre criminosos vulgares, demónios e fantasmas parece-me que vai haver de tudo, inclusive humor, à mistura.

E será pura coincidência e eu gosto por gostar do estilo, ou há uma pontinha de fascínio pela Ingalterra que me puxa? Tirando o personagem belga Hercule Poirot e o americano Harry Houdini, tem tudo a ver com a Inglaterra. Com ou sem União Europeia.

Sinto-me grata!

Quando temos aqueles dias mais cinzentos (não digo negros que é demais) em que achamos e nem comentamos, que os nossos dias resumem-se a duas ou três coisas sem interesse, lemos uma publicação num blogue de uma amiga ISTO

Queridos...hoje quando cheguei do curso,meu filho estava radiante,pois tinha uma encomenda para mim e era tão especial.A encomenda veio de Portugal ,da querida  Maria João .Queria muito ler este livro .Cá os livros são em francês ou nerlandes,só compro livros em Português quando vou à Portugal. Junto veio esta tulipa  fofa, feita por Maria.É tão gratificante ser mimada,ser lembrada.Querida Maria João,gratidão!Deixo para vocês uns olhares do jardim que acabei de fazer.O sol hoje não veio,mas o calor invadiu  meu  coração,com amor!♡

Temos que nos lamentar? Quando um pequeno presente torna uma pessoa um niquinho mais feliz?

Sinto-me grata por tudo o que tenho! Nem que se resuma, neste momento, a três coisas sem interesse.
Existem, depois, aquelas coisinhas que não entram nesse resumo e que nos compensam!


terça-feira, 28 de junho de 2016

Dog lovers

Toda a gente sabe que eu tenho dois cães, um cruzado de labrador com outra raça qualquer (a minha filha diz que é pit-bull) e outro muito mais pequeno cruzado de caniche e de schnauzer. Ambos adoptados.

No passado domingo, no ultimo passeio do dia, cerca das 22h30 já de volta para casa, demos conta de que um cãozinho com cerca de 4 ou 5 quilos, vinha a subir um passeio na direcção dos meus, com ar de quem estava desorientado.

Vinha um carro a descer a rua e o meu marido aproximou-se do cãozinho, acompanhado do meu lab para o manter fora da estrada.

Afinal o carro era do dono que só deu conta de que o cachorro saíra do carro quando já ia de volta para casa(??). Chamou o cãozinho que entrou de um salto, agradeceu muito e foi embora.

Ficou tudo resolvido a bem, mas a parte melhor foi quando em casa contámos à nossa filha e na conclusão diz o meu marido: já estava a achar que era mais um para ir lá para casa!

Adorei!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fartura de farturas



Das chamadas iguarias de feiras e festas, as que mais me atraem são as farturas. 
Adoro aquela massa frita, quente, cheia de açúcar e canela.

Durante algum tempo, por motivos de feira semanal na minha terra, quase todas as semanas comia farturas. 
De há quase dois anos para cá, tomei outros rumos na vida (ou melhor retomei uns que havia abandonado) e deixei de ir à feira, o que equivale a dizer que deixei de comer farturas uma vez por semana. Passei a comê-las apenas na feira anual de Junho.

Quero com isto dizer que ganhei uma amiga. 
Compro sempre farturas na mesma roulotte e ontem não foi exceção. Comprei meia dúzia por 5 EUR e mais uma para o gato, que ontem foram duas.
Estavam deliciosas e souberam que nem ginjas. Ou melhor, a seguir a farturas há mais uma gulodice nas feiras - ginja em copo de chocolate.
Este fica para outro dia que a feira só acaba na próxima 3ª feira.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Tulipas em tecido

Como acontece por norma, vejo coisas lindas por essa internet fora e não descanso enquanto não faço para mim.




Estas tulipas são das coisas mais fáceis de fazer e rápidas.

Seis ou sete serão oferta para alguns dos membros do grupo de estudo da bíblia (Escola Sabatina) que eu dirijo. Uma é oferta que vai para longe e claro que vou ficar com uma ou duas para mim. 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Trio de galinhas

Há tempos vi umas galinhas destas num blogue. Um bando delas.
Gostei tanto que tive que fazer para mim.

Junto com a espuma para enchimento pus um pouco de arroz para fazer peso e não cairem por tudo e por nada.




Podem servir como alfineteiros ou apenas para enfeitar qualquer cantinho de artesanato. Neste momento, estão as três juntinhas na minha mesa de trabalho e ficam lindamente.