quinta-feira, 30 de junho de 2016

Séries policiais


Não costumo pronunciar-me acerca do tipo de televisão que vejo, mas gosto imenso de séries. Policiais de preferência. 

Miss Marple 

Hercule Poirot


 Sherlock Holmes - embora seja tema que dê para N séries em N épocas, a minha preferida é a que tem Jeremy Brett como Sherlock Holmes

Midsomer Murders - mais recente, mas não sei se é pelo ambiente da Inglaterra rural fascina-me

Ripper Street - vejo, mas é demasiado negro... e se não fosse o ator  que encarna o papel do Inspector Edmund Reid, não sei se via. Este ator ou será o personagem (?) transmite-nos uma certa calmaria, no meio daquele negro do tema e do ambiente, envolventes à coisa.


E ontem, descobri uma nova, da mesma altura de Sherlock Holmes e de Ripper Street e acho que apenas com um episódio, fiquei fã.

Houdini & Doyle
No final do sec.XIX, inicio do sec. XX, a policia metropolitana estava a "afogar-se" em casos tão bizarros que pediu ajuda a agentes externos - Houdini e Doyle, que colaboram com a Scotland Yard em alguns crimes inexplicáveis e por resolver.

Será dos personagens? Arthur Conan Doyle - o autor de Sherlock Holmes, Harry Houdini o mágico mais carismático e maior mestre de fugas de sempre e Adelaide Stratton a primeira agente feminina da policia (que na realidade, acho que não tinha esse nome).
Entre criminosos vulgares, demónios e fantasmas parece-me que vai haver de tudo, inclusive humor, à mistura.

E será pura coincidência e eu gosto por gostar do estilo, ou há uma pontinha de fascínio pela Ingalterra que me puxa? Tirando o personagem belga Hercule Poirot e o americano Harry Houdini, tem tudo a ver com a Inglaterra. Com ou sem União Europeia.

Sinto-me grata!

Quando temos aqueles dias mais cinzentos (não digo negros que é demais) em que achamos e nem comentamos, que os nossos dias resumem-se a duas ou três coisas sem interesse, lemos uma publicação num blogue de uma amiga ISTO

Queridos...hoje quando cheguei do curso,meu filho estava radiante,pois tinha uma encomenda para mim e era tão especial.A encomenda veio de Portugal ,da querida  Maria João .Queria muito ler este livro .Cá os livros são em francês ou nerlandes,só compro livros em Português quando vou à Portugal. Junto veio esta tulipa  fofa, feita por Maria.É tão gratificante ser mimada,ser lembrada.Querida Maria João,gratidão!Deixo para vocês uns olhares do jardim que acabei de fazer.O sol hoje não veio,mas o calor invadiu  meu  coração,com amor!♡

Temos que nos lamentar? Quando um pequeno presente torna uma pessoa um niquinho mais feliz?

Sinto-me grata por tudo o que tenho! Nem que se resuma, neste momento, a três coisas sem interesse.
Existem, depois, aquelas coisinhas que não entram nesse resumo e que nos compensam!


terça-feira, 28 de junho de 2016

Dog lovers

Toda a gente sabe que eu tenho dois cães, um cruzado de labrador com outra raça qualquer (a minha filha diz que é pit-bull) e outro muito mais pequeno cruzado de caniche e de schnauzer. Ambos adoptados.

No passado domingo, no ultimo passeio do dia, cerca das 22h30 já de volta para casa, demos conta de que um cãozinho com cerca de 4 ou 5 quilos, vinha a subir um passeio na direcção dos meus, com ar de quem estava desorientado.

Vinha um carro a descer a rua e o meu marido aproximou-se do cãozinho, acompanhado do meu lab para o manter fora da estrada.

Afinal o carro era do dono que só deu conta de que o cachorro saíra do carro quando já ia de volta para casa(??). Chamou o cãozinho que entrou de um salto, agradeceu muito e foi embora.

Ficou tudo resolvido a bem, mas a parte melhor foi quando em casa contámos à nossa filha e na conclusão diz o meu marido: já estava a achar que era mais um para ir lá para casa!

Adorei!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fartura de farturas



Das chamadas iguarias de feiras e festas, as que mais me atraem são as farturas. 
Adoro aquela massa frita, quente, cheia de açúcar e canela.

Durante algum tempo, por motivos de feira semanal na minha terra, quase todas as semanas comia farturas. 
De há quase dois anos para cá, tomei outros rumos na vida (ou melhor retomei uns que havia abandonado) e deixei de ir à feira, o que equivale a dizer que deixei de comer farturas uma vez por semana. Passei a comê-las apenas na feira anual de Junho.

Quero com isto dizer que ganhei uma amiga. 
Compro sempre farturas na mesma roulotte e ontem não foi exceção. Comprei meia dúzia por 5 EUR e mais uma para o gato, que ontem foram duas.
Estavam deliciosas e souberam que nem ginjas. Ou melhor, a seguir a farturas há mais uma gulodice nas feiras - ginja em copo de chocolate.
Este fica para outro dia que a feira só acaba na próxima 3ª feira.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Tulipas em tecido

Como acontece por norma, vejo coisas lindas por essa internet fora e não descanso enquanto não faço para mim.




Estas tulipas são das coisas mais fáceis de fazer e rápidas.

Seis ou sete serão oferta para alguns dos membros do grupo de estudo da bíblia (Escola Sabatina) que eu dirijo. Uma é oferta que vai para longe e claro que vou ficar com uma ou duas para mim. 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Trio de galinhas

Há tempos vi umas galinhas destas num blogue. Um bando delas.
Gostei tanto que tive que fazer para mim.

Junto com a espuma para enchimento pus um pouco de arroz para fazer peso e não cairem por tudo e por nada.




Podem servir como alfineteiros ou apenas para enfeitar qualquer cantinho de artesanato. Neste momento, estão as três juntinhas na minha mesa de trabalho e ficam lindamente.



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Work in progress, terminado

Gosto tanto quando tenho tempo e abro a minha máquina de costura e ela vai trabalhando para mim.

Desta vez fiz um estojo de costura que já estava prometido há muuuuito tempo.


Apliquei um botão e um elástico para fazer de fecho


É o mesmo principio das capas para livros. Escolhidos os tecidos, aplicam-se tudo o que são bolsas e separadores - cada um com o seu destino

 Cosida cada parte, sobrepõe-se à manta térmica, cobre-se com o tecido exterior, frente com frente, cose-se todo à volta (é imprescindível deixar uma margem de pelo menos 1 cm para se poder trabalhar - quem avisa amigo é).


Vira-se pela abertura que ficou por coser e fica tudo em ordem.



 De seguida fiz dois individuais com os mesmos tecidos. Convém dizer que o estojo de costura só saiu, porque os individuais tinham prioridade e ao comprar o tecido de uns, aproveitei para os outros.


Simples. Tecido contra tecido sem enchimento, pois convém que sejam fáceis de lavar e passar a ferro e lisos o suficiente para não fazer perigar o equilíbrio de certo tipo de copos.




quarta-feira, 1 de junho de 2016

Porta pijamas

Ontem foi um dia bastante produtivo em termos de acabamento de trabalhos que me andavam a enervar por estarem a meio.

Este pato aguardava uns olhos e um bico.




Atrás o corpo está aberto e sobreposto e fecha com velcro, para manter os pijaminhas guardados.

Era para ter sido, prenda de Páscoa e onde é que a Páscoa já vai...

Almofada com pompons


Habitavam uns restos de lãs numa das gavetas. Eram de fio demasiado grosso para certos tipos de trabalho e já andava a ficar farta de os ver a ocupar espaço, sem uso à vista.

Vi uma almofada com pompons NA NE  publicação do dia 16 de Maio e decidi por mãos à obra.




Está com um ar um pouco mole porque a almofada que usei para encher é provisória e pequena para o tamanho da fronha.



Os pompons são das coisas mais fáceis de fazer e rápidas.




E ainda assim consegui ficar com restos de lãs.
Eu que tinha decidido que não voltaria a fazer pegas, lá fiz mais duas só para acabar com as lãs.




Ainda sobreviveram restos (muito em resto) de lãs que não tive coragem de deitar fora. Enfiei-os todos, enrolados por cores, numa bolsinha transparente com fecho (daquelas que albergam mantinhas polares dos chineses) e atirei com eles para o fundo da gaveta. Nunca se sabem se virão a ser precisos para qualquer coisa.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Decoração de cozinha


Não tenho nenhuma cozinha de revista, nem nada que se pareça, mas é a divisão da casa que mais "dores de cabeça" me dá, no que respeita a decoração.
Ando sempre a querer alterar qualquer coisa, porque nunca estou satisfeita com o que tenho.

Aqui há tempos, pintei os armários que eram de madeira escura envernizados (mas velhos) de verde água e pus algumas coisas novas (gaiolas e caracóis) e outras velhas (potes, livros de receitas).

Fartei-me e tirei as gaiolas, ficaram apenas os caracóis; troquei os potes e os livros por uma lata grande num deles e uma galinha de louça no outro.


Voltei a estar farta e ando com outras ideias, mas ainda não as estudei muito bem. Os caracóis hão-de sair e ser substituídos por qualquer coisa e nas prateleiras de canto, talvez uma planta... Segundo a minha filha, saía tudo e só ficava a planta. O problema é que eu gosto de ver decoração leve, simples, mas depois tenho dias em que gosto de ver coisas, junto de outras coisas! É por isso que apesar de ter pouco balcão, está sempre cheio (por isso e porque tenho poucos armários para arrumação, a verdade seja dita).

Gosto destes fetos e são do melhor para alegrar a decoração de qualquer divisão, sejam eles verdadeiros ou artificiais.

Para as paredes que neste momento estão quase, quase nuas, estou a pensar em animá-las com uma coleção de pratos. Que acham de pratos na parede?

Iguais ou diferentes, grandes ou pequenos, modernos ou antigos?




Há tanta escolha de ideias, na Net que me limitei a sacar estas quatro. Embora saiba exatamente onde os quero por, ainda não defini quantidades nem posicionamento.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

E o bom tempo, onde anda?


Para alegrar a vista, porque o tempo lá fora... não ajuda nada.