terça-feira, 7 de novembro de 2017

Morning Prayer - Derrol Sawyer


Um momento musical para aquecer os nossos corações.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Molduras

Já que não tenho tempo para terminar trabalhos que estão a meio, nem começar outros, aproveito estes cinco minutos ao almoço para publicar umas coisitas, com fotos sacadas da net (todas!).

Gosto de molduras.
Gosto de molduras, sobre os móveis, mesas, lareiras e gosto de molduras nas paredes.
Delicio-me a mirar cada moldura, quando vou a algum lugar que as tenha.
Aprecio o que elas mostram, mas gosto mesmo delas.

De forma, que aqueles trabalhos de decoração, perfeitos ou não, com molduras na parede me encantam e me deixam com vontade de ter uma parede assim também.










Podem estar dispostas simetricamente, ou à vontade, sem ordem. 
Podem ser iguais umas às outras, podem ser iguais e desiguais, podem ser todas diferentes; podem ter só fotos, ou ter fotos e desenhos e tecidos, o que calhar. Só precisam ser bastantes e alegrar-nos a vista.

Ando a estudar o assunto e a coleccionar molduras. Só falta decidir o que colocar em cada uma delas e em que parede as dispor.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Chinelos de piscina

Não podia deixar acabar o verão, sem publicar qualquer coisa sobre o assunto. Em especial hoje que calcei umas sabrinas que estavam a fazer-me bolhas nos dedos mindinhos e fui à sapataria mais perto e única dos arredores (que eu saiba) comprar qualquer coisa confortável e de preferencia barata.

Para vir para o emprego, largo o comboio na Amadora para apanhar o autocarro e quando me dei de caras com isto:

Nada de extraordinário, se estivesse a caminho de alguma piscina, mas não me pareceu, porque, e foi o que me espantou, a mulher em causa, estava vestida com roupa "normal", de rua e calçava os ditos.

Ok. É prático, é bué confortável, mas não fica assim muito bem... pensei, que era por conforto. Se calhar tinha bolhas ou calos, o que fosse.
Um ou dois dias depois, ai vem outra pessoa, com os mesmos chinelinhos, mas desta feita com peluche. São os mais badalados.

Não sei se o mau é mesmo o peluche no verão, ou nos chinelos de piscina.

Depois disso, vi outras modalidades (com correntes, com laços de cetim) em pés e logo a seguir em montras de lojas.
Hoje procurei na internet para pôr aqui umas fotos e encontrei mais ainda.






Gostava de saber a vossa opinião. Gostava mesmo!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Capas para livros

Virou moda, de há um par de anos a esta data, o uso de capas de tecido para livros. Ou já se usavam antes e eu não tinha reparado? Pois bem...

Há uns dois anos (já??) quando publiquei no meu blogue, algo sobre agendas e filofaxes, etc, falei de capas em tecido e até mostrei uma que tinha feito, que estava a usar, na altura.

Quem gosta de costura e de costurar, não fica indiferente às capas em tecido para livros. É coisa que se presta a muita imaginação. Com asa, sem asa, com fecho, com elástico, com renda, com bordado. É só imaginar e criar (ou comprar feito - também é uma boa solução, embora não tão apelativa, já que as ditas tendem a ser carotas).










Continuando: com a moda da EVA, também as há em EVA



Em plástico transparente (que usávamos para forrar os livros da escola dos nossos filhos). 

Mais simples ou mais enfeitadas. Estas quanto a mim, são muito práticas e versáteis. Podem limitar-se , na sua transparência, a proteger o livro e deixar ver a capa do dito, mas também podem ser personalizadas, recheando-as com papel de fantasia, fotos, ou desenhos e tapando a capa do livro.

E ontem, vi pela primeira vez in loco, que já vira na net (acho) capas em crochet.




Era uma capa simples, em linha matizada de cores suaves e quando a dona, sacou do livro de dentro da mala, fiquei a olhar. E a minha vontade era tirar uma foto, mas mesmo à socapa era capaz de não ter sido boa ideia. Isto dos direitos de autor tem que se lhe diga.

E esta publicação para dizer que, gosto muito de livros e de tudo o que lhes diga respeito - até de capas para os vestir; tenho uma feita por mim, outra que me ofereceram em tecido; testei uma de plástico a semana passada e (não de Eva, nem de crochet), irei fazer mais uma ou duas, que gosto imenso de as fazer e ver (adoro ver a variedade que se encontra nos transportes, quando as leitoras sacam dos seus livros para ler, sem ninguém conseguir saber de que livro se trata), mas não uso!

Não dão jeito, enchem demais e escondem o livro!


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Capa para máquina de costura

Andava com a intenção de fazer uma capa para a minha máquina de costura, há algum tempo, que a que trazia, em plástico, sem gracinha nenhuma, estava a ficar velha.

Medi, escolhi, dos tecidos que havia lá por casa, o que mais gostei, voltei a medir, cortei três partes e meti mãos à obra, neste fim de semana, que para mim teve além dos dois dias habituais mais três: dois antes e um depois.

Para forro, usei dracalon com um lado forrado. Cortei igualmente, três partes (duas frentes e uma tira que fizesse as laterais e o topo).
Uni cada uma das peças com o seu forro, num ponto simples e rápido.

 Depois de unida cada peça com o seu forro, eram horas de as unir umas às outras

Para montar a capa.


Ficou com esta forma e dirão vocês - tem as costuras à vista. Pois tem, mas em contrapartida, o interior (que não fotografei) está limpinho.

Vamos então cobrir as costuras feiosas com fita de viés. Inicialmente era para ser em rosa, mas optei pelo verde para contrastar.


 Et voilá!

As laterais são ligeiramente mais curtas, para poder cobrir a máquina mesmo com o cabo ligado, porque pode dar-me preguiça e não o querer enrolar.

Originalmente pretendia fazer uma abertura no topo, para poder passar a pega da máquina. Depois pensei que esta capa não era para transporte, mas sim para quando a máquina estivesse "estacionada" e como tal não precisava. Agora que observo as fotos, acho que, pelo menos, poderia colocar uma pega na própria capa para a remover mais facilmente.

E depois de tudo montado, achei que deveria fazer um alfineteiro de dedo, pois dei por mim mais do que uma vez a largar o que estava a fazer, para apanhar o alfineteiro habitual e tirar um alfinete.


Esta foto serviu para uma brincadeira do Instagram, mas é só para verem a base do dito.
Uma tampinha de plástico furada e elástico à medida do dedo. O resto é básico.




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Malas, de verão, que as há...

De vez em quando apetece-me publicar sobre estes acessórios, de que as mulheres, pelo menos a maior parte delas (uns 99,9%) não abre mão.
Já aqui publiquei uma vez, sobre os modelos que gostava, os que tinha e os gostaria de ter, mas agora, com a chegada do calor, que espero se mantenha, urge falar de malas, outra vez, quando precisamos de coisas mais leves que nos deixem mais livres e se há coisa que tende a pesar, são as malas.



Por norma, gosto de malas grandes - os sacos, ou coisa que o valha. Levam tudo, fica lá dentro tudo à vontade e passamos o dia a carregar pesos de mais de cinco quilos, quando metade do que levamos, todos os dias, não chegamos a usar, nunca. Verdade? Verdade, mas nunca se sabe quando fará falta.

No emprego convém optar por ter alguns itens de uso indispensável - e que só serão usados quando estivermos lá, porque há coisas que nunca iremos usar em transportes públicos. Falo de artigos de higiene, estojo de costura e medicamentos (pronto, alguns podem andar nas malas...).

Nas malas, deveremos passar a transportar o que tem mesmo que ser: carteira (se esta for das grandes, também podemos trocar por uma mais pequena), chaves, telemóvel (tornou-se indispensável), lenços de papel e batom do cieiro. Se me esqueci de algum indispensável avisem. Livros não contam!!

E aí chego ao que me levou a esta publicação: assim sendo, porque não largar as malas de inverno, grandes, carregadas com tudo e mais alguma coisa e optar por uma mala mais pequena? Há tantas e tão giras! E no verão querem-se coisas delicadas.









Verdade, verdadinha sobre a razão desta publicação?
Ontem estive quarenta minutos à espera de comboio - parece que o feriado de santo António afinal é nacional e não concelhio e tive tempo de sobra para ir visitar a Parfois no Vasco da Gama. Nota-se muito que vim de lá encantada?


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Para as amantes de chá...


E isto porque não sei como hei-de chamar a mala tão preciosa.
Vou fazer uma coisa destas para mim, mesmo que não a use nunca. Mas apaixonei-me!!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Toalha de mesa com acrescento

Já me decidi, acerca de, pelo menos, um dos tecidos que tenho à espera de obra e vou fazer uma toalha de mesa, para a cozinha.
Acontece que tinha comprado o tecido com outro fim e como sou muito rápida, cortei para o efeito e depois mudei de ideias. Fiquei com dois pedaços de tecido com cerca de 1,30 por 80 ou 90 cm.

De um deles vou fazer dois caminhos de mesa, que forrarei com tecido a condizer, liso ou às bolinhas.

Do outro, quero fazer uma toalha de mesa, mas... aí está o problema: não tem tamanho!







Portanto, tenho que acrescentar, uma barra à volta. Poderia ter usado o outro pedaço, mas acrescentar do mesmo tecido, vê-se logo que houve burrada e como tal, tenho que dar à coisa, um acabamento esmerado. Agora, preciso de opiniões se as quiserem facultar.

Ainda não decidi se uso tecido liso em lilás, ou tecido às bolinhas, embora esse não seja o problema.
O problema é que ainda não decidi se a barra sairá a direito, ou franzida. É aqui que peço a vossa opinião.
Para melhor ilustração, dou exemplos que vi por essa internet.













Também me lembrei de uma renda, mas para compensar a falta de comprimento do tecido, teria que ser uma renda muito larga e removi logo essa ideia. No entanto, deixo duas fotos que achei fofinhas.


Esta ideia usarei em outra ocasião com o outro tecido que está à espera, mas que acho que sofre do mesmo problema.