quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Era coisa para durar...

Tenho andado longe do blogue mas não parada.

Esta manta foi decidida para gastar lãs e para passar serões ocupada. Nem uma coisa nem outra: tive que comprar mais lãs, que gastei mesmo até ao fim, mas mal pus mãos à obra, enquanto não terminei não descansei e lá fiquei sem ocupação para os serões.







Achei que a paisagem era a adequada às cores da manta. Vermelho e azul das ferragens dos bancos e dos telheiros e uma espécie de castanho nos bancos de madeira do jardim.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Quem resiste?








Quando manifestamos a vontade de fazer algum trabalho com tecidos e de repente nos dão dois sacos cheios de tecidos e aviamentos (adoro o termo) quem resiste e se atreve a ficar parada?
Vamos mas é por mãos à obra e começar a trabalhar.
Uma colcha de retalhos (patchwork é mais fino) que estão na moda.
Será pequena que para inicio não convém grandezas e para dar usos aos tecidos ofertados, em suaves tons de rosa, acho.
As outras cores, a seu tempo brilharão em alguma obra.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Longe da NET... em paz...



Se alguém perguntar por mim... fui ali e já venho (ou não).


terça-feira, 22 de julho de 2014

Ondas em Água Doce - Paciência à paciência


Sempre me considerei uma pessoa paciente e com bastante "poder de encaixe", mas começa a faltar-me a paciência, para a falta de paciência de outras pessoas.

Casos em que o ideal é ignorar ou dar desprezo como a minha avó dizia, e as pessoas remoem e remoem e remoem e eu é que as estou a ouvir remoer - não há paciência que aguente.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Mudanças

Gosto de mudanças.



Não do trabalho físico que as mudanças de casa acarretam, mas de mudanças. E em alguns casos nem precisamos de mudar de casa para as fazer, mas neste caso estou a falar de mudar de casa. Mesmo!

Claro que quem pôde escolher a casa dos seus sonhos e ainda hoje sonha com ela e com modificações a propósito dos desejos da altura, não deve fazer publicações destas, como eu.

Quando mudámos da primeira casa, porque a família aumentou e precisávamos de mais um quarto, tivemos que nos "sujeitar" (dentro de limites aceitáveis para nós, claro) a uma casa que ficasse pelo preço que podíamos pagar e no local onde queríamos morar.

Resumindo, comprámos a actual que tento manter o mais agradável possível, e não iremos, quase de certeza, trocar mais vez nenhuma, mas.... e aqui vem a parte interessante, por razões várias a minha sogra teve que mudar de casa há dois anos e vai mudar de novo.

Quem vai ter o trabalho todo? Eu e as sisters in law! E estou ralada? Não. Porque, temos carta branca da sogra e podemos arrumar a casa como bem entendermos. Não vou fazer uma mudança minha, mas a mudança alheia, vai ser uma boa actividade para mim. Em especial, decorar uma casa maneirinha que deve ser 1/4 da minha.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ondas em água doce - Indicadores de que uma relação não tem pés para andar


Há dias, com umas amigas, na falta de outro assunto de conversa (situação difícil) comparámos opiniões e criamos uma listagem de indicadores de que uma relação não vai dar resultado, se sofrer desses males. Claro que apenas do ponto de feminino.

No inicio de um namoro, ao verem fotos antigas das famílias (coisa a que ninguém se dedica nestes dias, mas avançando) ele diz: a minha mãe é mais bonita do que a tua.

Resposta adequada: Podes marchar para a casa ter com a tua mãezinha já.

A meio do namoro, que é como quem diz, quando for altura de decidir que está na hora de relações intimas, ele diz: andei com uma tipa que até era casada e não se importava de...

Resposta adequada; É melhor ires ter com ela outra vez, porque vais ter muitas desilusões por aqui

Na parte mais avançada da coisa, ele pergunta: Deixas essa actividade por mim? (E essa actividade pode ser qualquer coisa que a namorada gosta de fazer, sempre fez e já fazia quando o conheceu)

Resposta adequada: Tive muito gosto em te conhecer, mas se é assim que pensas, podes ir para onde vieste. A minha actividade já cá estava quando chegaste.

Se os indicadores não foram suficientes, não existiram, ou o deslumbramento do namoro, não lhes deu a devida importância, e o casamento chegou a vias de facto,  boa sorte!


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Ondas em água doce - Fundamentalismo



Doutrina que defende a fidelidade absoluta à interpretação literal dos textos religiosos

Na minha ingenuidade de cristão não católico, achava que a Igreja Católica interpretava a bíblia e a considerava com sendo a palavra de Deus embora com algumas alterações em relação a outras crenças.

Qual não foi o meu espanto quando durante um debate entre representantes de várias religiões, há um que defende a bíblia como sendo a verdade e um bispo católico diz: isso é fundamentalismo!

Então que defende a religião católica? Reconheço que a maior parte dos católicos não conhece a bíblia, mas achava que um bispo deveria defendê-la.

Andava aqui a roer-me se publicava isto ou não, e teve que ser.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Desabafos - Hoje é que era!

Hoje era um belo dia para desatar a desarrumar e voltar a arrumar algumas coisas lá em casa.
Preciso de me desfazer de algumas coisas e mudar o sitio a outras.

Umas horas sozinha em casa, eram suficientes para lhe dar uma bela de uma volta.

Se calhar vale mais sentar-me e esperar que esta genica me passe.

Estou só a ser irónica, pois duvido que vá conseguir ficar sozinha em casa.

Isto é o "bom" de ter sempre gente em casa.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Close Your Eyes

Há momentos em que nos apetece.
Ouvir coisas destas




quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ondas em Água Doce - É este mau feitio!

Eu sei e tal como eu, ou pelo menos, especialmente eu, há pessoas que iniciam blogues para escrever sobre aquilo que lhes dá gosto, ou lhe dá na real gana, interesse aos outros ou não.

Isto a propósito de quê?

Ponto 1
Esta semana que ainda só vai a meio, já dei de caras com 3 (três) blogues que só não punham fotos do momento do parto porque, provavelmente são as autoras as fotografas habituais e não arranjaram um fotografo disponível para o momento.

Eu gosto de ler baby blogues, mammy blogues e etc blogues, mas não precisam escarrapachar no blogue que as contracções se iniciaram às tantas horas e tantos minutos com uma dor aqui ou ali e que as dores etc, se prolongaram por não sei quanto tempo e que à chegada do hospital se rebentaram as águas e inundaram tudo o que foi gente e edifício e que tal e tal e tal...

Sou eu que tenho mau feitio e como já tive a minha criatura mais nova (amor da sua mãe) há 17 anos, já não consigo ver a beleza de tais descrições? 

Ou é realmente too much?


Ponto 2:
E ainda temos blogues em que as autoras vão casar em breve e não param de dizer está quase, falta apertar o vertido, está quase, já comprei os sapatos, está quase, ainda não escolhi nem o boquet, nem o bolo, está quase, só falta escolher a lua de mel porque está quase. Será que o quase chegará ao fim e chegará ao dia do casamento em condições ou pelo menos feliz?

Era preferível, claro que tudo no meu ponto de vista de quem tem mau feitio, avisarem (ok se fazem questão) que vão casar mais dia, menos dia e no final, depois da coisa feita, oferecerem aos leitores uma daquelas reportagens fotográficas que fazem crescer água na boca, a quem ainda não casou, e lembrar com saudades o dia, de quem já casou.


A WWW é publica e toda a gente tem o direito de publicar o que lhe apetece assim como toda a gente tem o direito de ler ou não e de comentar ou não.

Não é com intenção de dizer mal de ninguém, porque a net é publica e só lê quem quer e se eu sei isto tudo, é porque li. Só me custa, pronto. Li, porque achei que os temas eram interessantes, mas fiquei com pena porque o trabalho levado a cabo (a publicação) que deveria ser agradável, embora realista, era muito sofrida. Como se tivesse sido um sofrimento atroz em que mais nada importasse (no primeiro caso que a gente até sabe que é mais ou menos isso) e estivesse a ser um assunto tão stressante que tive receio, como já disse, que a noiva chegasse ao seu mais precioso dia, derreada, no segundo caso.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Entre cão e gato não se mete... nada, se faz favor


No seguimento do post anterior, mesmo a propósito, acabo de hospedar esta belezura!

Quando vi esta foto no FB do Centro Veterinário de Alverca com a informação de que tinha sido recolhido em plena CRIL, atarantando no meio dos carros, pensámos todos em casa: se não tivessemos o Alex...
Esclareço que Alex é o gato, desculpem, o rei lá de casa.

Falamos com o casal que o acolheu e que porque já tem um trio de cães, não pode ter mais nenhum, e acordámos uns dias de experiência, para ver como reagem os dois.

Alex, Sua Excelência Sereníssima, não lhe dá importância. São do mesmo tamanho, como tal não o considera um oponente.

O cachorro (apenas pelo tamanho, porque segundo o veterinário já não é nenhum bebé), curioso, vai lá de vez em quando, mas mal o outro o olha com um olhar fixo, afasta-se prontamente.

Portanto, em menos de 24 horas, o resultado parece-me bom... ainda tem mais dois dias, a conselho do VET, para testar.

Alex, O Rei

terça-feira, 1 de abril de 2014

Com a Cara Na Almofada


Roubei algures da Internet, porque me apaixonei!

Eu e a doença das almofadas. E não tem nada a ver com a doença do sono.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Ondas em Água Doce - A velha dos gatos

Na cidade onde moro vai para quase trinta anos, vivia, dizem os moradores antigos, uma senhora de idade que no seu casarão de gente de família, vivia sozinha (viúva ou solteira, não me esclareceram), com as suas centenas de livros e dezenas de gatos.

Dedicava os dias a ler, e a tratar dos seus bicharocos, uns da casa, outros forasteiros, visitas temporárias do quintal, onde ela os alimentava.

Nunca fui de gatos, cães era mais a minha onda, mas por via do destino, tenho agora um felino em casa.
Isto quer dizer que? Quer dizer que sempre me custou ver animais abandonados, ou a valerem-se a si próprios pelas ruas, mas agora que lido com um diariamente, ainda me custa mais.

Resultado: todos os serões, aí vou eu, qual velha dos gatos, por comer à disposição de uns quantos gatos que andam perto da minha casa. E de volta a casa, depois das tarefas terminadas, sento-me com os meus livros.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Ondas em Água Doce - Ajudar

Gosto de ajudar as outras pessoas.
Se é porque sou boa pessoa (dúvido) ou porque gosto mesmo dos ares de satisfação (não gratidão) de quem é ajudado, não faço ideia, mas gosto.

Agora há uma coisa, muito muito importante, gosto de ajudar, mas não gosto que me façam de criada e que considerem a ajuda garantida, ou uma obrigação.

E nessas alturas penso que se dou importância a esse fato é porque não sou boa de facto, mas gosto de me armar em boa.


quarta-feira, 19 de março de 2014

Ondas em Água Doce - Dias

 Há quem diga que dias cinzentos ou chuvosos, deprimem.


O que me deprime a mim, são dias como os de hoje e eu fechada, sem poder sair.