segunda-feira, 30 de abril de 2018

Voluntariado

                                               

Confesso que a ideia do tema não é minha, embora me seja muito querida.

Li-a em dois blogues no mesmo dia, em formatos diferentes, de pessoas com idades e vivências diferentes e publicações de datas diferentes.

Achei que deveria partilhar os links para quem quiser ir ler.

Ser voluntário é...

Meu comentário:
Se amamos verdadeiramente os outros, somos voluntários, mesmo que seja em atos de que nem nos demos conta. Sou voluntária da Adra (Associação Adventista para o Desenvolvimento Recursos e Assistência), na delegação da Póvoa de Santa Iria há três anos e quero continuar.


Voluntariado: fazer ou não fazer?

Meu comentário:
Ser voluntário - um verdadeiro voluntário, porque os há dos outros - é deixar que o amor genuíno que temos pelo próximo, passe a ações! Com isto quero dizer que deve ser bom ser voluntário nessas grandes organizações e causas, onde tanta gente precisa de ajuda, mas um gesto de amor por um sofredor que nos aparece pela frente, é um gesto voluntário para diminuir o seu sofrimento.


Com conclusão, partilho o lema da Adra, pelo qual podemos perceber que não precisamos de grandes atos para sermos chamados voluntários.

MUDANDO O MUNDO, UMA VIDA DE CADA VEZ.

(imagens recolhidas da net)




3 comentários:

Lucilia Fernandes disse...

Ser voluntário de todas as causas, começando pelas mais simples, é derramar amor ao próximo sem esperar nada em troca. Beijinho João. Obrigada pela partilha. <3

silvioafonso disse...

Muitas e muitas vezes levamos mamãe para almoçar fora. Muitos outros momentos a levamos à casa de pessoas que a gente achava que mereciam conhecê-la. Em muitos momentos saímos rindo, de doer os cantos da boca, de uma peça engraçada de teatro, e em outras discutimos quanto a paixão de quem por quem deveria ser maior em um filme de amor. Enfim, quantas vezes a gente deixou de levá-la ao mesmo restaurante para jantar? Quantas festas na casa dos amigos que mereceram conhecê-la deixamos de levá-la, e quantas peças assistimos sem a sua presença ao nosso lado naqueles teatros onde tantas vezes cruzamos a porta rindo de doer a boca? Isso para não falar das discussões que tínhamos quanto a quem merecia amar ou ser amado mais que o outro num cinema em que o cheiro de pipoca ficava impregnado em nossas roupas. Hoje, recordando sua presença em nossas vidas a gente nota que a tivemos mais longe da gente do que perto. Lembramos-nos das nossas tristezas das quais nos convencia que o sofrimento moldava o amor no coração da gente, mas chorar, ela não nos deixava, porque chorava por nós. Agora, mais velho me lembro de nunca tê-la visto chorar por causa própria, mas a vi em diversos momentos chorando por quem já não tinha lágrimas. Infelizmente ou não eu jamais sequei no azul de primavera dos seus olhos uma lágrima que não fosse de alegria ou de reconhecimento.
A gente foi instruída a não chorar de saudade, porque ela dizia que saudade era sentimento de gente egoísta. Quem sente saudade são aqueles que querem viver sorrindo o tempo todo e esquecem-se dos que nunca tiveram o brilho da alegria nos olhos.
Estou morrendo de medo de pensar que ela está muito mais presente em minha memória do que eu estive em sua vida, haja vista que o ninho quentinho era dela, mas quem voou ninho afora fui eu.
Saudades de você, mamãe. Se eu pudesse pedir que me perdoasse eu não titubearia, mas como eu sei que não posso, fico só com saudades, mesmo que me ache egoísta.
(silvioafonso)

Patricia Merella disse...

Tento ser voluntária lá na escola. Tanta gente com depressão e sem ter alguém para falar. Fui voluntario8 muitos anos em um projecto de misericórdiana igreja Batista lá no Brasil. Lindo o teu gesto e post! Beijinhos